9 Comentários em “Criminal Minds: Wheels Up (13×01)”

  1. Cleide

    Meteram um pedregulho no assunto do Hotch de vez, apesar de querer o personagem de volta era o melhor a fazer, e acabar de vez com as esperanças e o disse não disse nos fãs, pronto assunto resolvido e vamos em frente.

    Qd o Sr. Arranhão (assisto dublado e juro que a maldade fervilhava) estava pendurado no prédio e o Eric …. ops é outra série, o Luke olha eu gritei NÃOOOOO …. não ajuda, deixa ele cair, mas aí o Sr Arranhão é psicopata se jogou pra assim melhorar o final.

    Gostei da entrada do Matt, ele falando de tudo que vinha acontecendo e também sobre o encerramento do IRT, foi bem aproveitado.

  2. Eva

    só eu fiquei com raiva do Reid quando ele pega daquele jeito a Penelope? com toda aquela violência desnecessária? Ele pode estar com TEPT ou SEPT, mas PQP cara, a Penelope so queria ajudar e ele a trata daquele jeito? perdeu metade do amor que eu tinha por ele. eu fiquei muito chateada por colocarem a penelope com o Matt no enterro e não com o Luke que é o Shipp que eu sonho desde a season premiere do 12. e aquela cena do Alvez correr pro lado da Penelope pra ajudar ela quando ela encontra Walker morto (eu até gostava do moço. ). Eu queria a volta do Hotch porque eu poderia shippar Garcia e Hotch outra vez (me crucifique mas eu sonho com os dois fazendo um casal) e eu queria muito que o Jack Garrett tivesse entrado junto com o Matt pra equipe. tenho saudades do Gary em cena.

    1. Any

      Faço minhas suas palavras. Reid estava doidão. Não sou fã dele do jeito que os outros são e tive vontade de agredir ele quando ele pegou a Pen daquele jeito. Eu gritei com a televisão e tive vontade de bater nele. Em relação ao Luke e a Garcia também sou shipper assumida dos dois.

  3. Gabriela Santos

    Eu detesto Hotch, então a saída deste personagem da série foi um alívio para mim. Desde a primeira vez que eu o vi, a antipatia por ele foi avassaladora. Que cara frio, duro, esquisito, fechado e, pior, quando esboçava um leve sorriso, ficava mais estranho ainda. Mesmo assim, eu dei uma chance ao personagem, interessando-me pela vida privada dele. Eu gostava de Haley e Jack e, por causa disto, eu torcia para que ele se dedicasse mais à família, lutasse pelo seu casamento e voltasse para a ex-mulher, mas todos já sabemos como a história acabou. O herói que tinha mais apego pela sua equipe de trabalho e pelas vítimas do que pela própria família não me conquistou. Na verdade, eu também acho Thomas Gibson uma criatura estranha. Não rolou afinidade.

    Eu amo Criminal Minds, por causa dos outros personagens, especialmente, o meu bebê Spencer Reid e o charmoso David Rossi, mas, por outro lado, eu odeio Criminal Minds, devido ao sofrimento imposto a estes mesmos personagens, que não possuem o direito de serem felizes e realizados na vida pessoal. Não existe uma válvula de escape para eles. Não há amigos fora do grupo de trabalho e nem parentes próximos. Parece que um típico agente do FBI não pode existir fora da agência. Com a saída de Thomas Gibson, ironicamente, Hotch fez pelo filho e por ele mesmo o que ele se negava a fazer antes: ser um homem de família e viver a vida, além de ser um herói do FBI.

    Apesar de preferir Rossi, no comando da equipe, eu desejo que tudo dê certo para Emily (eu adoro ela) e que a equipe não sofra mais com tragédias horrendas, como a morte brutal de Haley, Maeve e Kate, Stephen, por exemplo. Chega! Os nossos heróis merecem um pouco de paz!

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