Rosewood: Clavicle Trauma & Closure e Benzodiazepine & the Benjamins (2×15 e 2×16)

Poxa, como assim eu não vim falar do reaparecimento da Tawnya não é mesmo? Não vim porque, olha, parece que tudo resolveu acontecer nas últimas duas semanas e eu me enrolei. E nesta semana as coisas podem não estar tão enroladas, mas o cansaço se acumulou e ontem eu simplesmente não consegui sentar e escrever.

Águas passadas, vamos dizer assim que eu não estou 100% satisfeita com o fechamento que a história de Tawnya e Rosie tiveram. Sim, fiquei feliz da vida dele ter se libertado da sombra que a lembrança dela trazia e que ela esteja atrás das grades, mas não gostei desse retorno dela, na maior cara de pau, dependendo de Rosie para provar que não havia sido ela a matar o golpista – porque ele era, gente.

Menos mal que eles não investiram na ideia de redimi-la de qualquer forma, de criar uma desculpa para a maldade dela. Tawnya é maldosa e pronto, tipo de pessoa que sempre encontrará uma desculpa por ter feito escolhas erradas quando a questão é que ela quer estas escolhas.

P.S. TMI toda sexy e sem jeito. Achei uma graça, espero que se assumam logo.

P.S. do P.S. Opa, Villa e Adrian deram um passo a mais na relação. Eu achei que iam usar a doença da mãe para tirá-lo do jogo.

Se a história com Tawnya ficou para trás, Benzodiazepine & the Benjamins veio nos lembrar que as consequência dela não: Rosewood precisa de um transplante de rim e, aqui entre nós, um cara com a saúde dele tem muitos motivos para ficar preocupado com o que isso significa. Continuar com as sessões de hemodiálise não é uma opção – elas acabam com a saúde da pessoa enquanto tratam dela – e esse é o único caminho, mas eu entendo o motivo dele sorrir apenas na frente da família.

Mas esse foi só o finalzinho do episódio que nos brindou com ótima trama no assunto “crime do dia”.

A coisa já começou misteriosa com aquele encontro furtivo de homens mascarados e só ficou mais com o surgimento da insuportável agente do FBI – eu estou inconformada de Slade ir para cama com ela, afff – e com esse negócio do super gênio do crime não mostrar sua cara. Apostei logo na moça do bar quando o “Marcello” estava tão simpático levando Villa e Rosewood para a casa dele. Ninguém que se mantém escondido com tanto cuidado é simpático daquele jeito.

Ainda que Rosie mostrasse que também tinha a mesma desconfiança que eu, seu plano conseguiu me enganar: quando vi Hornstarck na sala do Slade ouvindo um monte da agente e do capitão, se sentindo mal porque o rapaz havia se matado, achei que a coisa toda tinha acontecido. Só quando vi soltarem a moça é que entendi a jogada.

Definitivamente um belo trabalho em equipe.

P.S. Villa rainha do baile? Não consigo nem imaginar algo assim.

P.S. do P.S. Quando TMI chegou atrasada ao trabalho eu desconfiei que ela havia ido fazer o teste de compatibilidade. Será que o doador de Rosie será um de seus amigos?

 

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