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Todo mundo esperando para descobrir se kalinda vai ou não trair Peter e, por consequência, Alicia? Pois se você conseguiu chegar a alguma conclusão sobre o assunto me conta, porque eu terminei este episódio mais confusa do que quando ele começou.

Tá, Alicia é legal e Peter pode até pagar bem, mas como saber quais segredos o promotor tem contra nossa detetive para saber para qual lado ela está pendendo, e o fato de ela falar para um lado que está traindo o outro não facilita uma conclusão.

Tirando esse mistério por conta de Kalinda e a trama da babá malévola - sério que Alícia não percebeu que algo estava errado? estava escrito na testa dela! – eu particularmente achei esse episódio fraco.

Acho que a questão é que eu não consegui sentir uma tensão real em relação a trama do menino: estava na cara do médico de que ele não havia feito nada de errado e era claro que a coisa sairia pelo consumo de drogas por conta própria. A única novidade foi a questão de ter usado as drogas da mãe – e adolescentes podem ser realmente surpreendentes, eu não lembro de ter cabeça para sair raspando comprimidos para disfarçar o roubo.

Bom, mesmo um episódio fraco de The Good Wife é bom, não é?

É, às vezes, eu chego a pensar que Monk é um extra-terrestre (Natalie não deve ter certeza de que ele não é um até mesmo agora), mas como eu mesma me sinto uma extra-terrestres neste planeta, acho que isso nem chega a ser um problema. Problema só para Natalie, que devia estar com a cabeça nas nuvens quando aceitou fazer uma viagem de carro com o mais obssessivo ser-humano já visto.

Claro que as melhores cenas ficam para Monk tentando conseguir alguma coisa do grupo de fanáticos por discos voadores – vocês imaginam maios alguém se colocando como extra-terrestres apenas para conseguir pistas? Falando nisso: foram muito felizes ao escolherem os atores para fazer os fanáticos, não é?

Tirando isso não sobra muito para comentar. Não foi um grande episódio, mas eu me diverti mesmo assim.

Mr Monk Is Someone Else é um dos melhores episódios em todas as temporadas de Monk. Tony Shaloub teve uma excelente oportunidade de mostrar o quão bom ator é ao tomar lugar do assassino profissional DiPalma. A cena da imagem acima é especialmente interessante: a medidade que Monk vai trocando de roupa e mudando suas expressões faciais é fácil crer que uma nova pessoa está ali.

A coisa só fica um pouco mais difícil com o surgimento da linda Lola (ninguém menos que a escultural Kelly Carlson de Nip/Tuck) como a namorada de DiFranco. Monk vai do não entendimento ao pânico tentando se manter no papel e não acabar na cama com a garota.

Como assassino profissional Monk também não se sai tão mal: não sei do que gostei mais, das formas estranhas que ele quer usar para matar, ou suas reuniões com os bandidões dando uma de machão.

Ao contrário do episódio passado, eu adorei Mr Monk Is Someone Else: um episódio para Shaloub mostrar seu talento.

Esse sim foi um episódio digno de nota. Adoro quando mortes estranhas são acompanhadas de passados mais ou menos atormentados e personagens interessantes.

Assim como adoro quando Brennan e Booth encontram motivos para discutir religião, fé, crença. É engraçado, em primeiro lugar, porque Brennan tenta sempre tenta discutir de forma lógico algo que é totalmente ilógico. Fé é aquela coisa de: você tem ou não tem. E, por mais isenta que uma pessoa se apresente, ela sempre vai achar a sua fé mais correta que as demais.

Para Booth tudo que se relaciona ao universo Católico tem sentido e todo o resto é estranho, aceitemos ou não. E, no caso em questão, juntamos o fato de uma pessoa se posicionar contra algo ao próprio fato dos Amishs aguçarem nossa curiosidade e nossa incompreensão: como entender pessoas que abidicam de tudo, de todo o conforto moderno, simplesmente porque acham que isso é o correto e ponto?

Saindo do campo maior de discussões tão filosóficas: adorei a investigação e suas reviravoltas, descobrir o talento do menino, sua descoberta de um mundo de possibilidades e sua desistência de forma tão simplificada. Simples o bastante para que alguém de fora não consiga entender e acabe por colocar suas necessidades como mais importantes.

Adorei Cam tendo de enfrentar a questão de adolescentes e sexo, principalmente quando Angela pede que ela lembre de quando ela era adolescente e ela quase desmaia em pleno laboratório. Finalmente, adorei Booth com seu jeitão todo de agente do FBI e ex-atirador de elite para cima do próprio rapaz, se colocando na posição de protetor da moça.

Mas adorei, acima de tudo, Brennan e Booth mostrando aos pais do menino o vídeo dele tocando. Oferecendo algum conforto quando nada mais importa – e, provavelmente, se eles fossem desse mundo de cá, eles talvez não dessem tanta importância para aquele pequeno momento.

Poxa, como é bom poder aproveitar os episódios de Grey’s Anatomy assim: curtindo um depois do outro.

Interessante esse corte na história atual para vermos o passado: ver Bailey iniciando a carreira e apendendo com seus erros – a mais efetiva forma de aprendizado – ver como Torres uma cirurgia quase impossível e ver como Richard e Ellis eram em sua juventude.

Achei muito feliz a idéia de Derek de recuperar essas tais palestras, adorei mostrarem o nervosismo de Bailey, Richard e Torres antes de falarem ao público. Torres se perdendo entre papéis, Bailey usando de balas e Richard cativando a todos com os motivos que o faziam ter aceito o convite de estar lá.

Assim como foi feliz Richard ter trazido à tona essa história de um paciente com AIDS em tempos em que isso era só medo e preconceito. Talvez eu não tenha vibrado tanto com a escolha da atriz para fazer a jovem Ellis, acho que faltou força à Sarah Paulson (Studio 60) para o papel – Kate Burton imprimiu uma força à personagem difícil de ser imitada.

Mas gostei da escolha do atorJ. August Richards (Angel) para Richard e mais ainda da escolha de para chefe da cirurgia da epóca – sempre perfeito no papel de crápula, e isso foi um elogio.

No final das contas, um episódio de emoções diversas, parece que mesmo de reencontro entre fãs e roteiristas.

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Vocês devem ter lido por aí – até eu que fujo de spoilers dei de cara com vários títulos de notícia que me avisaram do ocorrido: Izzie Stevens foi e não volta mais.

E eu devo ser a pessoa que mais comemora essa partida. Eu já nem sei mais se eu passei a não gostar de Izzie por causa do comportamento de diva de Katherine Heigl, ou se eu tinha problemas mesmo com a personagem. Acho que, em dado momento, o povo da produção deve também ter se cansado da frescura da atriz e começou a entregar histórias irritantes para ela.

Eu tenho essa coisa de ter de admirar o ator ou atriz por trás de um papel para poder elogiar de verdade o seu trabalho, e nunca pude dizer isso de Heigl. Para piorar eu sempre a considerei menos merecedora que Sandra Oh ou Chandra Wilson fosse do reconhecimento do público, fosse dos prêmios dados pelos críticos.

Duvido que sua saída afete o seriado.

Continuamos sem saber como Gibbs tirou o barco de seu porão, mas constantamos que Gibbs é realmente talentoso nesse negócio de… Alguém tem idéia de como chama a arte de fazer barcos a mão?

E também descobrimos que nem Abby é capaz de responder a esta primeira questão aí de cima. Então meu povo, nunca saberemos.

Bom, e o barco Kelly trouxe de arrasto Mike Franks de volta ao escritório do NCIS, sinal de Gibbs irritado e fazendo coisas que parecem sem sentido, mas que resultam em boa coisa. Tudo parte do jeitão Gibbs de ser.

E Mike também não facilita: ao invés de telefonar, por que não mandar um barco com dois corpos dentro para que Gibbs venha fazer uma visita?

Abrindo parênteses: o que era a voz daquela agente que acompanha Gibbs e Vance ao barco e depois ao México? Medo!

Era claro que Mike não havia assassinado os dois mercenários, mas dessa vez eles me deixaram por muito tempo achando que ele poderia tê-lo feito – ainda mais com esse rolo todo de Iraque, sogra e sequestro.

No final das contas nada de guerra ou espionagem, apenas um assunto de família.

Esse episódio de Cold Case valeu! De verdade.

Primeiro porque você cria empatia de maneira muito fácil com a vítima em questão. Mesmo eu que tenho horror a pixação acabei por me eternecer pelo desejo do rapaz de deixar sua marca no mundo. E, graças ao bom Deus, o assassino não era, de novo, um amigo traído ou a donzela abandonada.

Depois porque, finalmente, você consegue se importar com a investigação de Scotty. Eu quase chorei com ele quando ele conversa com a senhora que foi atacada assim como sua mãe, assim como fiquei triste quando ele está jantando com os pais e vê como sua mãe reage ao toque do pai dele.

Finalmente, valeu porque você vê o desgraçado do Kitchner com a cabeça arrebentada – eu sei, parece meio bruto, meio estranho de sair um comentário desse de mim, mas vamos combinar que ele merecia. Eu consegui pegar uma raiva absurda do personagem e isso foi mais por causa das cenas posteriores ao ataque que ele fez a Rush do que pelo ataque em si.

É claro que isso significa que Rush deve encontrar problemas a frente, afinal ela deve ser a principal suspeita do crime, mas nem de perto acredito que tenha sido ela a fazer isso.

Ieiiii: Sarah Shahi (Life) participando de Psych? É claro que só podia dar certo. E ainda mais se ela vai fazer a super ativa Ruby, a nova namorada de Gus, que ele esconde o quanto pode de seu desequilibrado amigo Shawn.

E foi não só um episódio de ouro, daqueles em que a dupla não para do começo ao fim, ainda foi um episódio em que Gus pôde dar uma de herói da noite, mesmo que tenha pego o culpado meio que se querer. Uma pena apenas que, ao final de tudo, ele volte a ficar sozinho.

Pontos altos da noite: Ruby e Gus; Gus se fingindo um rapaz ativo e aventureiro (logo ele), Ruby dando uma canseira em Shanw, que ficava procurando motivos para não gostar da namorada do amigoe deu de cara com uma garota que sabe tudo sobre Magnun, e Shawn milagrosamente pedindo desculpas ao amigo. Ah, ainda teve Steve Howey fazendo papel de vilão – improvável depois de vê-lo por tanto tempo como o genro burrinho de Reba no seriado de mesmo nome.

O que eu mais gostei? Foi um episódio, sem dúvida, da dupla de amigos, a despeito das várias participações especiais.

Ieiiiii!!! Adorei o episódio gente – não falei que a semana passada foi bem feliz?

Ele foi bobinho? Talvez. Passou ao largo da trama principal da temporada? Com certeza. Mas teve graça, teve romance, teve fantasma pentelho dando bons sustos.

Acho que o principal motivo de acabarmos gostando é até simples: você cria um empatia real pela personagem da professora de Ned – apesar de, em certos momentos, eu achar que eles iam derrapar e ela ia se tornar caricata demais – e isso faz com que você torça por ela, até porque tá na cara qual era a intenção do fantasma logo que o celular sai voando da mãe dela em plena praça.

E, como eu disse antes, é bom ver Ned ganhando espaço. Se formos avaliar, esse episódio só existe por causa dele. Além de servir para mostrar um lado dele ao qual eu não havia prestado atenção: Ned adora o assunto do sobrenatural, mas, diferentemente de Melinda e Eli, ele não tem contato algum com isso, não consegue se comunicar, então é natural ficar frustrado.

E, vamos combinar, quem de nós nunca brincou de tábua Oija quando era adolescente?

Epa, boa semana passada não foi? Começou com ótimos episódios de CSI e Cold Case, que andavam me dando dores de cabeça, passou por um excelente episódio de Brothers And Sisters e veio na quinta com ótimo episódio de CSI NY. A sexta é sempre garantida por NCIS - que dificilmente erra a mão – mesmo quando Medium e Ghost Whisperer falham, então acho que posso comemorar o fato de ser viciadas em seriados de TV – ainda na TV.

It’s Happened To Me me pregou uma peça no começo: essa história do morto falando com o Hawkes foi das mais estranhas e eu já estava achando que o negócio ia degringolhar para a palhaçada, mas os roteiristas seguraram bem. A trama da investigação funcionou, o motivo do crime não foi cretino e a maneira de matar foi, no mínmo, diferente, então até deu para perdoar a traminha mais ou menos do drama de Hawkes.

Apesar de não dar muita bola para a graça que fazem com Adam no laboratório, não tem como não soltar um sorriso quando vemos ele todo atacado por causa de Hayllen, a nova garota.

No final das contas, nós os fãs, não exigimos muito, apenas queremos uma história, que funcione, e que não coloquem nossos personagens favoritos em situações absurdas ou sem sentido, ou que eles mudem do dia para noite quem são. Se fizerem isso, para mim, tá de bom tamanho.

Falei que minha relação com Brothers And Sisters é praticamente bipolar? Esse episódio, por exemplo, eu amei, aí já sai e assisti ao seguinte – assistam também – e fiquei pensando que eu amo esse seriado mais que tudo e que ele é tão legal, e que o Robert nem é tão mala e não sei o que mais. E já fico esperando peloas episódios que eu odiarei de morte – o que, segundo meu amigo Marquinho, não demora a acontecer.

Bem, vamos ver, tivemos Kitty tendo de enfrentar a pare mais difícil da doença: contar para sua família. E como Kevin ficou mal, eu nem podia imaginar isso. Sei lá, esperava que de repente Justin fosse o mais afetado. Foi legal ver Kevin falando como “irmãozinho”.

E teve Nora e Rodert brigando e depois se entendendo – só eu gostei da citação “chá da meia-noite”? – porque é isso que família fazem e é por isso que esta é tão especial.

Teve Sarah chegando só no finzinho e dando aquele abraço de urso na sua irmãzinha. E teve aquele monte de comida chegando, e um monte de abraços e gritos e risadas nervosa e lágrimas. Gente, adoro um novelão não é? – não, não acompanho às novelas nacionais e o mais engraçado é que eu não o faço porque penso que elas se afastam demais da minha realidade.

E Rebecca chamando Kitty para ser sua dama de honra? Tá, vou parar por aqui porque se não, quando eu for ver, já tô no episódio seguinte…

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