
Não sei se vou conseguir escrever sobre Brothers And Sisters todas as semanas: o seriado padece de alguma maldição em que eu sempre me enrolo para acompanhar e depois tenho que compensar com maratonas. Acho que o problema é uma absurda inconstância no que sinto por seus episódios: às vezes amo, às vezes odeio.
Eu, ao contrário de muita gente, acho que dá maioria, gostei bastante do final da temporada passada, do destino dado para Tommy e seus problemas. Talvez o fato é de que eu gosto mais dos personagens secundários que do casal Robert e Kitty – eca eca eca Robert.
Eu achei que o episódio ia seguir aquela coisa previsível de acidente de carro com casal feliz – a edição da cena mais a música de fundo indicavam esse caminho – e até acabei surpreendida de maneira positiva pelo que veio.
Vamos ver: Justin e Rebecca e sua festa de noivado – adorei o piano despencando, adorei Holly e Nora tendo de se virar para enganar a vovó chata, adorei a cara de “pã” da Nora, odiei as ceninhas de briga de Justin e Rebecca e de Nora e Holly.
Robert e Kitty tendam reconstruir sua relação. Sério: tem conserto depois do mala-senador dizer que fica procurando por uma “indicação”? Papo mais mala… Ops, é que ele é assim não é gente?
Teve Kevin e Scotty procurando por uma forma de se tornarem pais. Teve Sarah indo para Paris. Teve Kitty descobrindo que existe algo de errado com sua saúde.
A primeira vista as tramas todas parecem interessantes, mas achei desnecessário jogarem tudo num episódio só.

Parece que esta temporada serviu para mostrar o que eu já sabia: NCIS é um seriado excelente, com um elenco extremamente afinado e que oferece divertimento de alta qualidade. Depois de anos defendendo o seriado é um prazer ver seus números de audiência lá fora, que mantém NCIS entre os líderes junto ao público
E é só a gente olhar essas fotos aí de cima, que mostram a parte de trás das câmeras do seriado, para perceber que, além de nos divertirem muito, o elenco se diverte muito fazendo NCIS. E isso, é evidente, reflete na tela, reflete naqueles sorrisos que saem e que você sabe que não estavam no roteiro. Reflete na maneira como os personagens interagem, porque eles realmente demonstram ser uma equipe, realmente se importam uns com os outros. [More]

Dia desses rolou uma conversa cheia de graça entre @zeoffline e @samegui. A questão: você é brega, mas eu gosto de você. Era o Zé falando isso da Sam por causa do amor declarado dela por Glee.
Pois bem, se até Wheels eu achava que isso pudesse ser exagero do Zé, bem, depois de Ballad eu prefiro nem entrar na brincadeira. Vocês também têm de admitir: o que esperar de um episódio cujo tema são baladas que contam histórias?
Falando primeiro de Wheels: gostei muito do episódio! Foi muito legal ver Will dando uma de educador mesmo depois de alguns episódios em que as coisas andaram meio competitivas demais. Ele conseguiu, em meio à dança e cantoria, identificar que seu grupo precisava abrir os olhos para diferentes realidades. Entender que, mesmo que seu amigo não reclame, não significa que ele não está sofrendo. [More]

Acredito que The Big Wheel tenha sido um episódio dos mais esperados desta temporada, desde o momento em que foi anunciado que Alex O’Laughlin faria uma participação. Alguns esperavam por serem fãs sinceros e inconformados com o final de Moonlight. Talvez alguns outros esperassem pelo fracasso, aqueles que costumam chamar Alex de canastrão.
Eu não conhecia o trabalho do ator quando houve o anúncio, mas já havia me apegado a ele por conta de Three Rivers (ele não pode ser considerado muito sortudo, não é?) quando o episódio foi ao ar e, ainda assim, me surpreendi com o trabalho do ator aqui: seu Vincent esteve próximo da perfeição. [More]
* Review de episódios exibidos nos EUA e inéditos no Brasil, spoilers a frente
Nesta semana que passou um grande seriado encontrou seu fim. Monk acabou e eu sempre sentirei saudades desse detetive e suas manias. A pedido do Paulo do Teleséries eu escrevi esse texto sobre o final. Espero que gostem.

Médico:
Haverá vômito, seguido de morte.
Monk:
Vômito? Existe alguma chance da morte vir antes do vômito?
A mesma piada contada milhares e milhares de vezes. A mesma piada ainda nos arranca um sorriso dos lábios.
Monk estreou há oito anos atrás e acho que a maioria das pessoas não esperava pelo sucesso que viria, pela mudança que ele traria. Monk não era uma comédia tradicional, mas também não era um seriado procedural puro.
Monk era um personagem muito bem escrito: nós criamos empatia por suas dificuldades e nos fascinamos pelo seu poder de observação. Enternecemos-nos por seu amor por Trudy e nos divertimos com suas manias – um Sherlock Holmes com TOC.
Tendo um final planejado Monk nos deixa com uma sensação de tristeza boa, de quem viu uma boa história sendo contada até o momento certo. E essa última temporada foi recheada de ótimas histórias. [More]

Não deixa de ser engraçado o fato de termos um episódio centrado no personagem de Rossi depois de tanta gente ter falado que não era muito fã do personagem – alguns, inclusive, poderiam se ver livre dele sem maior peso na consciência.
Pois não é que o episódio funcionou muito bem? Acho que gostei de uma série de coisas – o assassino em série que imita outros assassinos enquanto não encontra o “seu jeito”de fazer as coisas; a fã de Rossi que usa o que leu para identificar crimes tão disparatados como obras de uma mesma pessoa; a descoberta final dos corpos que faltavam, através das fotos na parede e do depoimento da namorada – mas acho que, principalmente, o episódio serviu para me comprovar algo: Rossi está longe de ser o cara cerebral que tenta parecer.
Se avaliarmos bem, Hotch é o único membro da equipe que consegue manter-se “afastado” da realidade que cerca a equipe. Os demais, uma hora ou outra, em alguns casos em uma hora e outra, acabam por se deixar afetar pelo que testemunham ou pelas atrocidades que descobrem. [More]

Pois não fui pisar na bola e atrasar com o review de um dos melhores episódios de Criminal Minds? Peço desculpas a todos, principalmente porque acabei com a oportunidade de discutirmos mais Bloodline, antes que Cold Comfort tirasse um pouco do brilho. Enquanto Bloodline foi daqueles episódios de história densa, de segredos encobertos e final em aberto, Cold Comfort foi um episódio mais lento. Interessante, mas, estranhamente, sem aquele apelo de urgência que sempre esperamos de um episódio em que o tempo está contra a equipe.
Achei interessante, principalmente, o fato de Bloodline trazer à tona algo que sempre disperta curiosidade no ser humano: ao crescermos aceitando algo como certo, mesmo que sejamos os únicos a acreditar nisso, alguém seria capaz de nos convencer do contrário? Mais que isso, seria o ser humano capaz de enxergar a maldade por traz de algo que é ensinado por seus próprios pais? Qual a chance que uma criança criada da maneira como aquele menino foi criado de se redimir, de se arrepender?
Gostei da escolha do Alabama como cenário para uma família decendente de ciganos que acreditam ter de escolher a esposa certa para seus filhos ainda cedo, e que matam os pais da menina para evitar que ela fosse procurada. O estado do Alabama é cheio de suas próprias lendas e costumes. Na verdade, acho que Criminal Minds sempre explora bem um aspecto muito particular dos EUA: cada estado, apesar do espírito de unidadeque o país tem, carrega consigo uma história muito própria e particular. Vemos nas vítimas de cada crime ou na equipe de polícia que pede por ajuda isso, essa particularidade. [More]

Então, perdi a exibição de quinta, perdi a reprise de domingo e esqueci de assistir o que eu baixei. Vocês me contam como foi?

Particularmente não gostei muito deste episódio de Criminal Intent, com exceção de seu finalzinho, em que pudemos ver pelo menos uma sombra de alegria em Goren e ele mais uma vez mostrando quem é ao conseguir a verdade de uma criminosa. Da investigação em si não tenho tantas coisas boas para lembrar, apesar de gostar muito da participação de Leland Orser – só eu que olho e vejo Dubenko-Dubenko-Dubenko?
E se vc estranhou o fato das referências de Goren as suas férias só surgirem agora, eu já conto que este seria o primeiro episódio desta temporada, originalmente, com Goren voltando das merecidas férias depois do final pesado da temporada passada. [More]

* Escrito originalmente para publicação no Teleséries.
“Beyond the east the sunrise; Beyond the west the sea
And East and West the Wander-Thirst that will not let me be” – Gerald Gould
Eu gostei muito deste episódio de Criminal Minds e ele me deu um alívio, porque tinha ficado chateada com o episódio anterior, mas preciso tirar logo da frente o que me incomodou no episódio, coisa pequena e sem importância: se era para fazer as principais perguntas ao irmão do Unsub em inglês, por que Prentiss ficou falando em espanhol com o cara no começo? Tipo assim: ela nem avisou que ia começar a falar em inglês simplesmente saiu falando. Se ela já sabia que ele falava inglês por que perder tempo antes? Ai, esse povo do FBI. [More]