
Comecei gostando muito… Terminei gostando quase nada. Foi assim com esse episódio.
Gostei da abordagem do bombeiro precisando de transplante, de Andy sugerindo o tratamento alternativo. Não gostei tanto de justo a menina ser compatível, acabou parecendo forçado, até porque ela não doa para ajudar ao capitão, ela doa para evitar que Jimmy, o único cara que ficou do lado dela, seja novamente operado.
Valeu porque deu espaço para Miranda aparecer um pouquinho mais, mas foi tão pouco. Acho que vou ficar eternamente frustrada pela forma como a personagem foi colocada em segundo plano.
Apesar desses detalhes, eu gostei da história porque, de novo, adoro essa coisa de salvar vida, de sacríficio voluntário.
Do outro lado, não liguei muito para a história do rapaz que ficou ferido no incêndio, não consegui criar empatia, e odiei esse papo de envolver Andy com o crime do tio. Achei desnecessário ao extremo isso, além de não caber naquilo que foi o foco do seriado até aqui…
Ah, adorei o nome do episódio – adoro escolhas inteligentes.


















