Parece que uma das maiores verdades desta temporada é que The Good Wife sempre consegue se superar. Duas histórias interessantes: Alicia sendo usada como arma de divórcio pela esposa de Glenn Childs (interpretada pela ótima Jessica Hecht, que sempre me faz ter saudades de Single Guy ou de seu tempo em Friends), enquanto o resto do escritório inteiro está envolvido em um processo contra um jornalista sensacionalista (o também ótimo Craig Bierko, que parece ainda carregar consigo os trejeitos de Coho, seu personagem em Boston Legal).

Particularmente eu esperava um pouco mais de revelações por parte de Marie, a ex-esposa, quem sabe algo que tirasse Peter da cadeia de forma mais rápida – e pensar que eu não gostava dele até ante-ontem – ou que fizesse Glenn sofre um pouco mais. No final das contas valeu pelas caras que Glenn fez ao longo do episódio e pelo encontro dele com Peter – vamos admitir que nenhum dos dois presta.

Só que o caso principal era outro e os roteiristas não nos deixaram mal: gostei da batalha do tribunal (um pouco menos da ligação de Will e a tal Emily), gostei das jogadas de mídia, que nos proporcionaram a ótima cara de Diane no finzinho, quando o maluco diz que ela é lésbica, e teve até final reconfortante com a menina sendo encontrada. O Juiz? Humpf, sinceramente não sei. Talvez muita graça para o papel.

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Eu bem disse que a principal questão era: como Morgan se sairá como líder e como essa “nova” equipe vai ficar?

Pois a coisa funcionou como se fosse feito para ser sempre assim. Como Rossi disse, Morgan é um líder natural – adoro o fato de Rossi sempre colocar as questões mais difíceis em pauta, mesmo que as pessoas fiquem completamente sem jeito – e talvez isso tenha facilitado que todos seguissem fazendo seu trabalho tão bem.

Mas acho que é mais que a questão de ser ou não um líder: Morgan é aquele cara decente e correto que fará o trabalho certo, que não vai se deixar levar pelo poder. Adorei a cara da Strauss quando ele diz que não quer a sala e que a situação é temporária.

Ele não querer a sala da Hotch nos permitiu ter o momento “fofo” do episódio com JJ pedindo à Garcia que arrumasse uma sala para ele e para que esta fizesse isso com uma qualidade de primeira.

Quem terá trabalho de verdade serão os roteiristas no futuro: como fazer Morgan voltar a responder para Hotch sem que a gente ache que algo não está certo ali?

E o caso de Morgan e a Tamara? Não sei. Ele não cruzou nenhuma linha, o culpado pela morte do irmão dela já foi julgado e é clara a atração entre os dois. Deveria ele ter renunciado a isso? Não consigo enxergar dessa maneira.

Bom, deixemos isso de lado por enquanto e vamos falar da investigação da noite antes que meu espaço acabe.

O crime: mortes aleatórias, sem um padrão de vítima, nem mesmo de ação. Todas indicando para um mesmo culpado apenas por um motivo: ele retira os olhos de suas vítimas.

Não, eu não imaginava o que vinha: ele não os comia, como poderia imaginar Reid, mas os colocava em animais empalhados. Eu sinceramente não consigo imaginar qual dos dois destinos é pior.

Destaque para o trabalho de Todd Giebenhain como o desequilibrado Earl.

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Hoje, a partir das 22h55, você pode acompanhar no Universal Channel o What’s On especial sobre Tim Burton e seu novo e aguardado filme Alice No País das Maravilhsas.

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O pessoal de língua inglesa tem uma expressão bastante interessante: I didn’t see it coming. Essa expressão é usada quando eles se surpreendem com alguma coisa e sua tradução literal seria “eu não vi isso chegando/vindo” e é usada no lugar do nosso “por essa eu não esperava”.

Acho que, aqui, essa expressão se ajusta melhor ao sentimento que tive na segunda metade deste episódio de Medium: eu não vi isso chegando.

E eu me refiro ao fato de Summer ter fingido sua loucura apenas para conseguir a morte de seus pais e de seu irmão para, no final das contas, ficar com toda a grana. Na verdade, ela é realmente louca, mas uma loucura diferente daquela imaginada por seus pais ou por seu médico.

A cena da menina matando o gatinho logo de início foi especialmente aterradora para mim – todo mundo sabe de meu amor por gatos, certo? – e eu não me esqueci dela ao longo de todo o episódio. Talvez daí minha dificuldade de acreditar nas cenas de normalidade dela, ela é uma psicopata!

Enquanto isso, na casa dos DuBois, as meninas vão crescendo e é interessante ver como são complementares e como elas conseguem construir algo de real amizade entre elas. Eu sei que para nós com irmãos distantes é difícil acreditar nesta possibilidade, mas se lembrarmos do quanto são únicas em função de seu dom, nada mais normal do que uma buscar apoio na outra.

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Por mais que eu continue achando que estes últimos episódios de Ghost Whisperer estão de dar sono, eu devo admitir que gosto bastante da maior inserção de Ned nas tramas: ele sai de menininho que só fazia número e passa a demonstrar uma personalidade que só acrescenta.

Acho legal que ele não se submeta a ser só um ajudante de Melinda e também não se deixe levar pelos medos de sua mãe. E ele traz uma questão muito pouco discutida até aqui: a existência do bem e do mal.

Falando da trama do episódio em si, devo admitir o tanto de confusa que me senti. Tinha hora em que eu não sabia mais se descobriríamos que o cara era um assassino, se o fantasma que o atormentava é quem queria vingança por algo que ele fez, quem era a garota fantasma que lhe fazia companhia e tudo o mais. Mesmo depois de muita explicação confesso não ter ficado nada interada da história.

E o engraçado é que não faltaram “explicações”: era tanta informação de um lado pro outro que eu já nem sabia em quem ou no que confiar.

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Episódio de Halloween!!! E ainda mudaram o foco neste episódio – normalmente episódios de Halloween são cheios de Abby e suas manias.

Dessa vez a equipe investiga o caso de um fuzileiro morto cujo principal interesse é as americanas brincadeiras desta data. Nada de questões sobre Ziva isso, Ziva aquilo, apenas a equipe em campo investigando uma estranha morte em que o assassino simula um suicídio.

Eu até fui bem enganada: nem percebi que a simulação foi bem mal feita justamente para chamar a atenção dos investigadores para a esposa da vítima de maneira a culpá-la por um crime que ela não tinha cometido – apesar de essa ser a resposta rápida de Tony. E olha que na primeira conversa eu até fiquei com o pé atrás com a menina, mas depois passou.

E Tony nem saiu com alguma citação esperta de filmes de terror, muito feio isso!

Mas o que chamou a atenção mesmo foram as brincadeiras com a nova novata da equipe: a cena de Tony sendo seguido por McGee e Ziva até o banheiro, com Gibbs saindo de lá e também chamando Ziva de novata me deu um sensação boa de familiaridade.

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Falando de episódio bom (citado no review de Bones, aqui embaixo), finalmente eu posso elogiar um episódio de CSI NY dessa temporada: aeeeee!!!!

Battle Scars tem trama simples, mas que funciona. Teve toda a equipe envolvida, sem dar muita bola para a recente melhora de Danny – com exceção de uma brincadeirinha de Adam – e fez referência ao tal assassino da Bússula, meio sumido.

Não é um episódio memorável como o You Only Die Once, mas foi divertido de se ver. nem deu sono.

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Eu assisti duas vezes a este episódio e não, não gostei em nenhuma delas. Acho que o problema é ele ser meio confuso, referências demais, CIA, FBI, namorada ciumenta e russa bonita tudo junto, temperado com ares de James Bond que não deu certo – episódio com referência a James Bond só mesmo o You Only Die Once de CSI NY.

No final das contas, o que importou realmente foi a história de Wendell quase deixando a equipe, e adorei ver a maneira como todos defenderam sua estada, com Brennan sem noção falando a queima roupa que seu sonho seria destruído e depois fazendo uma das doações que permitiram que ele ficasse – melhor só ela perguntando para Angela se ela devia deixar de ajudar alguma das entidades que ajudava para ajudá-l, jamais entenderei a mente dessa moça.

E Brennan e Booth arrumando canos? É claro que eu gostei! De novo a falta de noção de Brennan, as discussões sobre seu dinheiro e a amizade dos dois e o livro que ela fez questãod e cobrar. No final das contas os dois embaixo da pia. Não ia dar certo, na verdade você fica esperando a água chegar.

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O ano era 1998 e Scrubs não era nem uma ideia quando alguns franceses encararam fazer um seriado médico que era uma comédia. Era até ridículo assistir a aqueles médicos atrapalhados que conseguiam se meter nas mais diversas situações estapafúrdias. O seriado era H (o H representaria as três bases do seriado: Hospital, Humor e História) e eu nunca esquecerei um episódio em que um dos residentes fica preso na máquina de porcarias e grita por seus M&M’s  – e o ano já não era mais 1998, já que o seriado demorou anos para estrear por aqui no Eurochannel, mesmo canal que traz, a partir de hoje às 21h00, a segunda temporada de Clara Sheller.

Foi por causa de H e Coupling que eu passei a procurar por mais seriados europeus e nunca me arrependi – quem quiser experimentar tem a oportunidade não só de assistir a Clara Sheller como acompanhar o excelente Paris Enquete (versão francesa de Law&Order) na GNT e a Law&Order UK no A&E (adoro!!). Para quem estiver disposto a procurar eu ainda sugiro Napoleon, P.J., Wire In The Blood e Prime Suspect.

Clara Sheller teve duas temporadas de considerável sucesso e foi comparada a vários seriados americanos de sucesso (Ally McBeal e Will&Grace entre eles), mas acho que ele deve ser julgado por si só, pois merece.

E é a segunda temporada que estréia hoje por aqui, com uma nova atriz no papel principal: Mélaine Doutey.

A história: Clara Sheller agora tem 33 anos de idade (é jovem sim, poxa, é minha idade). Uma jornalista francesa que divide apartamento e sentimentos com seu melhor amigo JP (Patrick Mille), que é gay (entendeu a referência a Will&Grace?). Na primeira temporada ela engravidou de seu chefe, pediu ao amigo JP que assumisse a criança e depois acabou na cama com o vizinho por quem ele era apaixonado. Sim, tem mais confusão que no seriado americano.

É aí que a segunda temporada começa: Clara ao mesmo tempo está próxima da estabilidade em um relacionamento sério e ao mesmo tempo foge dela, mesmo que sem perceber.

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Quem bom ser surpreendida pelo excelente Segundo episódio desta temporada de Brothers And Sisters!! Sim, ele foi bem dramalhão, mas eu adorei o desenvolvimento de algumas tramas que foram apresentadas no episódio passado:

Kitty: achei legal ela ter recorrido à mãe para contar da doença e pedir apoio. Não é difícil lembrar-se do comecinho do seriado em que a relação das duas não era boa e pensar no tanto que as coisas mudaram. Eu, particularmente, fico tocada por isso. Não que eu tivesse uma relação horrível com minha mãe no passado, mas hoje as coisas funcionam tão melhor. Hoje eu conseguiria recorrer a ela, coisa que eu não faria no passado.

É claro que o momento em que ela vai contar a mesma coisa para Robert-Mala tinha de ter um piti dele porque ela não priorizou se preocupar com ele em primeiro lugar. Sei que uma doença como essa muitas vezes serve para aproximar um casal, mas eu não vejo relação verdadeira ali, eu não vejo o nós no lugar do um. Importante que ele a tenha acompanhado ao exame, mas eu não conseguiria acreditar que ele estará lá se eu precisar se eu fosse a Kitty.

E a todo o momento eu ficava esperando Norah contar para alguém sobre a doença, mas ela se manteve firme de uma forma admirável, apenas desabafando com Saul, que, mais uma vez, soube ouvir a irmã antes mesmo de ela soltar a bomba – ele já estava ali por ela, dizendo sobre seu valor, lhe dando segurança.

De resto? Bem, tem o Ryan-Bestinha fazendo das suas besteiras ao vender informação da empresa só porque ficou magoadinho com Rebecca – me poupe rapaz e volte pelo mesmo caminho que você veio.

Kevin e Scotty: eu já estava aflita de Scotty não falar o que realmente sentia para o Kevin, afff. O medo dele é mais que justificável e não existe uma resposta verdadeira por parte do Kevin para isso: ele é o típico louco pelo trabalho que nem percebe que deixou o resto da vida em segundo plano.

Se na vida pessoal Kevin é um perdido, dou todo meu apoio ao fato dele tomar partido do Robert-Mala. No final das contas, vamos combinar, caso é bem pior que enfarto quando falamos da maioria dos eleitores americanos.

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