Archive for the ‘ Sony ’ Category

Poxa, como é bom poder aproveitar os episódios de Grey’s Anatomy assim: curtindo um depois do outro.

Interessante esse corte na história atual para vermos o passado: ver Bailey iniciando a carreira e apendendo com seus erros – a mais efetiva forma de aprendizado – ver como Torres uma cirurgia quase impossível e ver como Richard e Ellis eram em sua juventude.

Achei muito feliz a idéia de Derek de recuperar essas tais palestras, adorei mostrarem o nervosismo de Bailey, Richard e Torres antes de falarem ao público. Torres se perdendo entre papéis, Bailey usando de balas e Richard cativando a todos com os motivos que o faziam ter aceito o convite de estar lá.

Assim como foi feliz Richard ter trazido à tona essa história de um paciente com AIDS em tempos em que isso era só medo e preconceito. Talvez eu não tenha vibrado tanto com a escolha da atriz para fazer a jovem Ellis, acho que faltou força à Sarah Paulson (Studio 60) para o papel – Kate Burton imprimiu uma força à personagem difícil de ser imitada.

Mas gostei da escolha do atorJ. August Richards (Angel) para Richard e mais ainda da escolha de para chefe da cirurgia da epóca – sempre perfeito no papel de crápula, e isso foi um elogio.

No final das contas, um episódio de emoções diversas, parece que mesmo de reencontro entre fãs e roteiristas.

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Vocês devem ter lido por aí – até eu que fujo de spoilers dei de cara com vários títulos de notícia que me avisaram do ocorrido: Izzie Stevens foi e não volta mais.

E eu devo ser a pessoa que mais comemora essa partida. Eu já nem sei mais se eu passei a não gostar de Izzie por causa do comportamento de diva de Katherine Heigl, ou se eu tinha problemas mesmo com a personagem. Acho que, em dado momento, o povo da produção deve também ter se cansado da frescura da atriz e começou a entregar histórias irritantes para ela.

Eu tenho essa coisa de ter de admirar o ator ou atriz por trás de um papel para poder elogiar de verdade o seu trabalho, e nunca pude dizer isso de Heigl. Para piorar eu sempre a considerei menos merecedora que Sandra Oh ou Chandra Wilson fosse do reconhecimento do público, fosse dos prêmios dados pelos críticos.

Duvido que sua saída afete o seriado.

Ieiiiii!!! Adorei o episódio gente – não falei que a semana passada foi bem feliz?

Ele foi bobinho? Talvez. Passou ao largo da trama principal da temporada? Com certeza. Mas teve graça, teve romance, teve fantasma pentelho dando bons sustos.

Acho que o principal motivo de acabarmos gostando é até simples: você cria um empatia real pela personagem da professora de Ned – apesar de, em certos momentos, eu achar que eles iam derrapar e ela ia se tornar caricata demais – e isso faz com que você torça por ela, até porque tá na cara qual era a intenção do fantasma logo que o celular sai voando da mãe dela em plena praça.

E, como eu disse antes, é bom ver Ned ganhando espaço. Se formos avaliar, esse episódio só existe por causa dele. Além de servir para mostrar um lado dele ao qual eu não havia prestado atenção: Ned adora o assunto do sobrenatural, mas, diferentemente de Melinda e Eli, ele não tem contato algum com isso, não consegue se comunicar, então é natural ficar frustrado.

E, vamos combinar, quem de nós nunca brincou de tábua Oija quando era adolescente?

Que dizer do trabalho de Diedrich Bader (The Drew Carrey Show) neste episódio de Medium? A hora em que ele puxa o cabelo, do mesmo jeito que o joe faz, ou quando coça a cabeça, da mesma maneira que Scallon? E ele vestido de mulher? Na hora em que Scallon solta o seu “uma bela mulher” eu não aguentei de rir. Eu simplesmente adorei! E sabem o que eu mais gosto? Mesmo fazendo tudo isso, o que torna o episódio muito mais leve, o seriado não vira uma comédia.

Eu adorei Allison sem fazer idéia de porque via todo mundo com o mesmo rostos e amei dar risada na hora em que ela entra naquele banco: eu já sabia que ali estava o verdadeiro criminoso e nem assim perdeu a graça vê-la descobrindo o mesmo que eu.

E o final edificante? Os roteiristas de Medium parecem ouvir os meus apelos de que criminosos precisam sofrer, mesmo que não seja pelas mãos da polícia. De novo aqui a criminosa se ferra, desta vez sendo enganada por seu parceiro. No final das contas eu até prefiro esses finais aos em que a polícia triunfa, talvez seja porque a gente acabe por perder parte de nossa fé na justiça dos homens e adora ver um pouco de justiça divina.

Eu, sinceramente, acredito sempre que o que aqui se faz, aqui se paga, e não fica débito para uma outra vida.

Uma sugestão: vamos fazer um spin-off de CSI? A gente acaba com todo mundo e coloca só o Nick. Ele pode virar investigador particular, herói ou sei lá o que mais. Mas o importante é só sobrar ele porque, vamos admitir, tirando ele não tem nada mais que me faça ligar a televisão para assistir a esta temporada de CSI.

Death And The Maiden era para ser um episódio em velho estilo, uma investigação séria, algumas frases de efeito e… E parou aí. Tirando Nick indo atrás da verdade, ele tentando realmente ajudar o rapaz, Nick sendo muito sincero quanto ao que aconteceu e ficando sinceramente triste quando vê que o rapaz demorará ainda muito tempo para superar tudo isso – eu nem sei como alguém supera algo assim.

Todo o resto do episódio foi bastante maçante e de novo eles usaram a história de investigar dois casos que de repente viram apenas um e blablabla.

Vocês podem perguntar por que eu ainda assisto a CSI? Não sei, talvez velhos hábitos simpolesmente sejam difíceis demais de serem abandonados. Talvez seja pelo fato de Nick me dar essa sensação de coisa conhecida, de estar em casa. Seja o que for, por enquanto vou deixando acontecer.

Ghost Whisperer

Já que quase não assisto o que ela transmite (risos), eu perdôo um monte de coisas só pelo fato dela estrear Ghost Whisperer ainda neste ano.

Isso mesmo: a 4ª Temporada de Ghost Whisperer chega na Sony no próximo dia 04 de Dezembro, na faixa das 22h00.

Uma das novidades na 4ª temporada é a chegada de Jamie Kennedy (“The Jamie Kennedy Experiment”, “Pânico”), que será Eli James, um professor de psicologia da Universidade Rockland que também tem um dom: ele pode ouvir os fantasmas, mas não consegue vê-los. Kennedy chega para substituir Jay Mohr, que atualmente estrela a nova comédia “Garry Unmarried” e fará apenas participações esporádicas no drama sobrenatural.

Neste ano, Jennifer Love Hewitt levou o prêmio de Melhor Atriz no Saturn Awards, prêmio dado aos melhores programas de ficção-científica, fantasia e horror, por seu trabalho em “Ghost Whisperer”. Com média de 10,37 milhões de telespectadores, a série lidera seu horário de exibição nos EUA.

Outra estréia do canal em Dezembro é Eli Stone, que chega no mesmo dia, 04 de Dezembro, a partir das 21h00.

Vida de fã de seriado no Brasil não é das mais fáceis. Não bastasse o atraso em relação à estréia nos EUA (nem preciso falar das reprises intermináveis de Ugly Betty e LIFE, que estreou primeiro na TV aberta), os erros são constantes (legendas, cortes na exibição, troca de episódios, troca de blocos) e, agora em 2008, a coisa vai ficar ainda mais feia: a Warner só trará 04 novos seriados, enquanto a Sony trará dois.

E as novas temporadas? Pois bem, muita coisa vai ficar para o ano que vem. Isso mesmo, além da AXN, que já estréia seus seriados apenas a partir de fevereiro, Sony e Warner optaram por deixar vários seriados para o ano seguinte.

A Sony apenas trará as novas temporadas de 08 dos seriados já exibidos, 30 Rock e Eli Stone, por exemplo, vão se juntar a Desperate Housewives e Grey’s Anatomy em fevereiro. Além disso, a Sony passa a exibir filmes em duas noites da semana. Pelo menos minha agenda deve ficar bem mais fácil este ano. [More]

Vou fazer uns pequenos comentários que eu não podia deixar passar, é claro que Dirty Sexy Money, Damages, Brothers&Sisters e NCIS vão merecer posts exclusivos.

Como eu comentei com o pessoal da Sociedade de Blogs de Seriados (que está com inscrições abertas para novos membros, clique aqui e veja o regulamento, se tiver um blog sobre seriados, ou que tenha seriados entre os assuntos, você pode participar) que eu ando irritada com Grey’s Anatomy, para ser mais exata, eu disse que odiei o último episódio exibido por aqui, The Heart Of The Matter.

O Paulitcho, do My Craps, disse que eu estou que nem ele no ano passado em relação ao seriado, mas existe uma grande diferença: eu amava Grey’s Anatomy em sua primeira temporada. Na segunda também. O seriado ficava entre os meus preferidos. Agora eu só consigo pensar: que Diabos a Shonda anda pensando da vida? E o engraçado mesmo é ver o pessoal elogiando muito esses episódios que me irritam a ponte de me fazer perder o sono, coisa que eu achava ser impossível até agora. [More]

As legendas da Sony

by Simone Miletic | fevereiro 4, 2008 | In Sony 2 Comments

Sério, alguém sabe o que tá rolando nesse carnaval? O povo do canal saiu pulando atrás do trio elétrico e não se recuperou mais?

Não são erros, mas a coisa tá assim: se o personagem falar 15 palavras só tem legenda para as 03 primeiras e as 05 últimas, o meio fica no limbo.

Eu já tinha verificado o mesmo problema na Warner no fim da semana passada, por isso acho que os técnicos de todos os canais saem no mesmo bloco.

Big Day

Se você assistir o comercial que atualmente a Sony está exibindo de Big Day, àquele em que o noivo tem de pegar de volta o vestido da noivo, sequestrado pelo irritado vizinho, você tem a ilusão de que o seriado é legal, engraçado.

Não se iluda, é uma das piores coisas que eu vi nos últimos tempos.

Coisas da Sony

by Simone Miletic | setembro 16, 2007 | In Sony No Comments

Se você é assinante da Net e entrar no Guia de Programação vai ver que o canal Sony colocou o Emmy Awards das sete da manhã em diante, em todas do dia… Sem mostrar a programação do dia, aí você brinca de adivinhar quando o programa que você quer ver vai passar….

E ela realmente acha que isso é uma boa idéia! Tsc tsc!

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