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Continuamos sem saber como Gibbs tirou o barco de seu porão, mas constantamos que Gibbs é realmente talentoso nesse negócio de… Alguém tem idéia de como chama a arte de fazer barcos a mão?

E também descobrimos que nem Abby é capaz de responder a esta primeira questão aí de cima. Então meu povo, nunca saberemos.

Bom, e o barco Kelly trouxe de arrasto Mike Franks de volta ao escritório do NCIS, sinal de Gibbs irritado e fazendo coisas que parecem sem sentido, mas que resultam em boa coisa. Tudo parte do jeitão Gibbs de ser.

E Mike também não facilita: ao invés de telefonar, por que não mandar um barco com dois corpos dentro para que Gibbs venha fazer uma visita?

Abrindo parênteses: o que era a voz daquela agente que acompanha Gibbs e Vance ao barco e depois ao México? Medo!

Era claro que Mike não havia assassinado os dois mercenários, mas dessa vez eles me deixaram por muito tempo achando que ele poderia tê-lo feito – ainda mais com esse rolo todo de Iraque, sogra e sequestro.

No final das contas nada de guerra ou espionagem, apenas um assunto de família.

Episódio de Halloween!!! E ainda mudaram o foco neste episódio – normalmente episódios de Halloween são cheios de Abby e suas manias.

Dessa vez a equipe investiga o caso de um fuzileiro morto cujo principal interesse é as americanas brincadeiras desta data. Nada de questões sobre Ziva isso, Ziva aquilo, apenas a equipe em campo investigando uma estranha morte em que o assassino simula um suicídio.

Eu até fui bem enganada: nem percebi que a simulação foi bem mal feita justamente para chamar a atenção dos investigadores para a esposa da vítima de maneira a culpá-la por um crime que ela não tinha cometido – apesar de essa ser a resposta rápida de Tony. E olha que na primeira conversa eu até fiquei com o pé atrás com a menina, mas depois passou.

E Tony nem saiu com alguma citação esperta de filmes de terror, muito feio isso!

Mas o que chamou a atenção mesmo foram as brincadeiras com a nova novata da equipe: a cena de Tony sendo seguido por McGee e Ziva até o banheiro, com Gibbs saindo de lá e também chamando Ziva de novata me deu um sensação boa de familiaridade.

Não morri de amores por Good Cop, Bad Cop, confesso, mas ele também não foi de todo ruim.

Acho que o principal motivo é a falta daquilo que eu mais valorizo no seriado: o trabalho de toda a equipe.

Foi um episódio necessário? Acho que não. Sim os roteiristas quiseram nos dar uma visão daquilo pelo que Ziva passou após ter ficado no Iraque e que teria a afetado de tal maneira que ela tenha mudado, mas não acho que nada disso fosse realmente importante para que ela pudesse entrar para o NCIS de vez.

Acho que a visão mais importante, a do pai que na verdade coloca a causa acima até da vida da própria vida, podia ter se passado em apenas uma parte, uma lembrança, quem sabe no momento em que ela conversava com Gibbs no episódio passado, quem sabe durante um caso que eles investigavam.

No fim das contas esse provavelmente será o episódio da temporada do qual não me lembrarei mais.

Gibbs odeia errar e odeia quando sua equipe erra. Essa é uma daquelas verdades universais às quais todos devem dar atenção. A morte do blogueiro que acusava a sua equipe de ter estragado uma investigação não foi o pior, pior, para ele, era a acusação existir.

E o legal do episódio é que você não consegue ter certeza de que eles estragaram ou não a investigação, na verdade eles desencavam um monte de outras coisas que indicam que o blogueiro tinha parte da razão, tudo por causa de uma mulher traída, mas não a razão inteira.

Chave de ouro foi porque, depois de um bom tempinho, Tony pode usar a história de um filme para fechar sua investigação – e adorei a citação justamente de Strangers On A Train (alguém lembra o nome em português?), um dos clássicos que todos precisam ver.

Bem, que mais tivemos? Ziva ainda não reintegrada ao grupo desistindo do Mossad (escolha bastante adequada e eu preferia que o episódio já terminasse com Gibbs assinando o papel, mas acho que ainda vamos ter novidades nessa história), teve Tony e McGee na cadeia (achei que Tony pareceu pior na foto que McGee), teve Tony comendo um sanduíche de pastrame que me obrigou a passar na padaria, McGee sendo cantado pela moça do exame poligráfico (alguém mais acha que ela lembra Abby?) e Gibbs surpreendendo a todos na sala de interrogatório.

Senti falta do Vance. Mas adorei cada pequena participação do Duck.

NCIS: reunion (07×02)

by Simone Miletic | fevereiro 19, 2010 | In NCIS, Review 3 Comments

AMEI Reunion! Achei o episódio muito bom mesmo. Acho que essa sera “a” temporada de NCIS, não é mesmo meu povo?

Primeiro adorei o fato da volta de Ziva não ser nenhum passeio no parquet: ela pisou na bola feio ao pedir que Gibbs escolhesse entre ela e Tony e, mais ainda, ao avaliar mal seus colegas. No final das contas é tudo o que Abby falou para ela no laboratório… Incluindo a parte em que ela diz que até entende. A gente até entende, mas não queria que ela tivesse feito, oras.

No final de tudo, é pensar que foi importante o que aconteceu para que ela e Gibbs pudessem, já tinha passado da hora, colocar os pingos nos is da história da chegada de Ziva, da morte do irmão dela e tudo o mais. Era preciso para abrir caminho para novas histórias, sem o peso do passado e com a confiança restabelecida.

Teve bom crime? Teve – adorei a virada final, descobrir que tudo não passava de uma montagem de vingança. Mas o crime do dia acaba somente servindo de pano de fundo. Mais que tudo ele serviu para mostrar que realmente a equipe precisa de ZIva.

Eu nunca tinha pensado nisso assim, linearmente: a equipe sempre funcionou tão bem que, por vezes, você esquece a contribuição que cada um dá individualmente para que tudo funcione – sabe: a parte do McGee, do Tony, da Abby, da Ziva, do Gibbs, do Duck…

E isso se aplica ao elenco. É o “jeitinho” de cada um que faz com que as coisas realmente funcionem. É ver a cara de McGee e Tony quando percebem que ela realmente voltou e pensar que queria estar ali também.

Mais alguém riu sozinho ao ver McGee fazendo sua tela touchscreen no antiquado monitor do NCIS? Adoro o fato das histórias não se perderem quando falamos de NCIS.

Gibbs terminou mais um barco e adorei o fato de Ziva ter escolhido um cinzel como oferta de paz.

Momento mulherzinha: quem me conhece sabe que EU AMO Harmon de paixão louca. Pois Naomi foi quem me cantou a novidade de que ele está na Reader’s Digest de Março lá nos EUA. Mais que isso ela foi um anjo e me enviou a entrevista digitalizada. E eu tô aqui babando com esse homem já tem dois dias! O que é esse olhar meu povo? Eu fico achando que ele tá olhando para mim e fico arrepiada. Afff!

Você nunca ouviu falar sobre NCIS, não sabe quem são, mas esta curioso para descobrir e, de repente, acompanhar a nova temporada no AXN? Assistir ao primeiro episódio desta sétima temporada serve perfeitamente como introdução – e acho que era isso mesmo que o pessoal estava querendo com o episódio.

Não poderia haver descrição mais perfeita para cada um dos membros da equipe do que a dadas por DiNozzo enquanto sob o efeito do soro da verdade. Nem uma chance melhor para entender a dinâmica deles.

Engraçado é que ficamos todos ansiosos para saber o que aconteceria com Ziva, como DiNozzo foi parar lá, se McGee estava bem ou não. Mas eles vão te enrolando com esse papo todo do DiNozzo e você simplesmente adora. ADORA!

Para quebrar o climão todo ainda vemos as candidatas a substituição de Ziva, uma mais estereotipada que a outra, e as investigações super secretas de DiNozzo, McGee e Abby para descobrir o paradeiro de Ziva – super discreta a ponto de todo mundo saber, todo mundo inclusive Vance.

E o nome do episódio então? Nada mais adequado – quando eu vi eu sabia que vinha boa coisa.

Não foi sensacional tê-los de volta?

Parece que esta temporada serviu para mostrar o que eu já sabia: NCIS é um seriado excelente, com um elenco extremamente afinado e que oferece divertimento de alta qualidade. Depois de anos defendendo o seriado é um prazer ver seus números de audiência lá fora, que mantém NCIS entre os líderes junto ao público

E é só a gente olhar essas fotos aí de cima, que mostram a parte de trás das câmeras do seriado, para perceber que, além de nos divertirem muito, o elenco se diverte muito fazendo NCIS. E isso, é evidente, reflete na tela, reflete naqueles sorrisos que saem e que você sabe que não estavam no roteiro. Reflete na maneira como os personagens interagem, porque eles realmente demonstram ser uma equipe, realmente se importam uns com os outros. [More]

Fevereiro é mês de estréia para a AXN e em 2010 isso não seria diferente. Mas foi melhor: quem ficou sem fôlego nos episódios finais de Criminal Minds e NCIS na semana passada não terá de esperar para ver o desfecho dos ótimos ganchos lançados, já que as novas temporadas também chegam nesta semana. O duro é que a semana agora ficou bem cheia e vamos precisar de bastante jogo de cintura para acompanhar veja só:

A décima temporada de CSI chega já nesta segunda, às 21h00. Quem fará dobradinha com o seriado é Criminal Minds a partir das 22h00, que muda de dia e horário. Não passeremos nem uma semana sem saber o desfecho da visita recebida por Hotch no último episódio da quarta temporada.

LOST passa para as terças às 21h00 em sua sexta e última temporada. O primeiro episódio chega no dia 09, uma semana depois da estréia nos EUA – ao que parece o canal quer evitar a concorrência dos downloads, para felicidade dos fãs que não baixam e ficam fugindo dos spoilers.

O horário das 22h00 de terça fica para a estréia de FLASHFORWARD no dia 23. O seriao foi apontado por muitos como o novo LOST, mas tem tido dificuldade em encontrar seu espaço, bambeando na audiência, sendo muito criticado pelos fãs. Teve a exibição parada por mais tempo que o normal nos feriados de fim de ano e duvido que alguém aposte numa segunda temporada. Eu ainda não assisti ao seriado – ser o novo LOST não é motivo para chamar minha atenção -  mas confesso que estou ansiosa para ver Joseph Fiennes na telinha, no papel de um agente do FBI que tenta descobrir o que realmente aconteceu após todos os habitantes do planeta desmaiaram ao mesás 21h00mo tempo durante exatos 2 minutos e 17 segundos.

A oitava temporada de CSI Miami volta na quarta, seguido da estréia de CASTLE, às 22h00. O novo seriado coloca um autor de romances policiais com bloqueio criativo e uma policial investigando crimes inspirados em seus livros. Curiosos? Eu estou.

C.S.I. NY, em sua sexta temporada, continua nas quintas, às 21h00. Vamos descobrir o que aconteceu com a equipe após o tiroteio que encerrou a temporada anterior, logo depois da morte de Angell. mantendo a tradição, continuamos com as reprises de Law And Order Criminal Intent, ainda sem previsão de estréia da nona temporada – e eu nem me importo de continuar esperando pela despedida de Goren.

Na sexta é hora de descobrir como a equipe do NCIS conseguirá tirar Ziva da confusão em que ela se meteu. Em seguida, às 22h00, são os advogados de Raising de Bar que estão de volta para a segunda temporada.

Vida social para que, nâo é?

Aqui no Brasil o Halloween tem deixado de ser uma festinha comemorada pelos alunos das escolas de inglês e ganhado espaço na casa de todo mundo (ou todo mundo agora frequenta escolas de inglês).

Já nossos enlatados americanos sempre têm seus episódios especiais de Halloween e de Natal. O Teleséries preparou uma lista com alguns desses espisódios especiais para a data (veja lista completa aqui) e eu escrevi sobre dois episódios dos quais gosto muito e que valem serem revistos: Mummy In The Maze, de Bones, e Witch Hunt de NCIS. Você tem algum episódio que não consegue esquecer?

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Bones: Mummy In The Maze (2007)

Halloween é a cara de Bones, alguém poderia negar? Não fosse o fato dos corpos serem encontrados das maneiras mais estranhas – e nojentas – o clima dos episódios nos remete ao que seriam perfeitas lendas urbanas.

Junte a isso Brennan vestida de Mulher Maravilha e Booth vestido de nerd e, bem, não tem como errar. De cenário colocamos os tradicionais labirintos de feno que os americanos usam em suas festas, pegue um palhaço de arrepiar qualquer um, principalmente Booth, e um brinquedo de nome sugestivo – Caverna dos Mil Corpos – e você só pode se divertir, e muito.

Adoro episódios de Bones que não se levam a sério e que não levam nada a sério: as explicações de Booth sobre sua fantasia e a de Brennan, de maneira a garantir que eles não seriam atingidos por engano, entraram para o hall de diálogos absurdos e clássicos.

E o que dizer da Doutora Brennan girando em pleno laboratório do Jeffersonian no melhor estilo Mulher Maravilha?

ncis witch hunt

NCIS: Witch Hunt (2006)

Gibbs: Nada de festa, Lorde Elfo. General Custer foi baleado e ele tinha um esqueleto em sua sala de estar.

Sim, coisas estranhas acontecem no Halloween.

Eu paguei minha linha por ter dito um dia que NCIS e Halloween não combinavam no exato momento em que Tony e McGee entram no laboratório e dão de cara com Abby. Vê-la vestida de Marilyn Monroe é algo chocante, principalmente se considerarmos que ela ficou muito, muito bem, na fantasia! Pena que ela seja usada em uma festa no cemitério.

Algo mais esperado, mas nem por isso menos divertido, é ver Tony fazendo graça com o feriado de Halooween, tentando assustar Ziva com as coisas estranhas que podem acontecer num feriado que deveria dar medo em crianças – e Ziva ficou uma gracinha com aquelas orelhas de duende azul.

E, de todas as referências ao cinema já feitas por Tony em todos esses anos, aqui tem algo que eu não poderia concordar mais – alguns filmes clássicos simplesmente não devem ser refeitos. Os de terror, então, nem se fala.

No final, descobrimos que Tony odeia o Halloween – porque coisas ruins sempre acontecem – que McGee fala Klingon – totalmente esperado – e que Ducky faz seu chá a maneira inglesa.

NCIS S06E10 Road Kill

McGee: “E o que acha de Gibbs versus Gibbs?”

Abby: “Gêmeo mal ou um clone?”

Mais um excelente episódio nesta temporada heim? E não bastasse a trama a ser investigada ainda pudemos aproveitar McGee e Abby imaginando um Clube da Luta entre Gibbs e vários oponentes – de Godzilla ao próprio Gibbs.

Tudo bem, a virada final nos fatos poderia tirar toda a graça do episódio – eu sou uma daquelas que sempre reclama quando eles apresentam um culpado que nunca figurou antes na lista de suspeitos, mas, dessa vez, o fato da descoberta ser por causa do uso da rede sem fio eu dei um desconto – mas o conjunto foi dos melhores.

O assunto Clube da Luta valeu óbvias citações por parte de DiNozzo, mas o bom mesmo foram os amigos competindo no Guitar Air e sendo criticados por Ziva que, no finalzinho, não resiste a tentar o seu próprio truque, fechando com chave de ouro a diversão.

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