Archive for the ‘ Monk ’ Category

Existem duas formas de enxergarmos Adrian Monk: um tremendo egoísta com manias esquisitas ou um homem de enorme coração, mas com limitações absurdas em função de uma doença. Eu sempre o vejo da segunda forma e este é um dos episódios em que eu me sinto com razão.

A única coisa que liga Monk a Samuel (Adewale Akinnuoye-Agbaje) é o fato de que os dois perderam suas esposas em “acidentes” idiotas em que os culpados saíram livres. Isto basta para que Monk receba Samuel em sua casa e nem mesmo o proíba de fumar. Você julgaria isso possível?

Daí em diante a ligação de ambos nos rende uma ótima investigação, em que o poder de observação de Monk vai juntando as pistas ao longo do caminho. E ele ainda consegue encontrar algum consolo em fazer o assassino da esposa de Samuel repetir o nome de Trudy.

Quem diria que Monk teria um seriado preferido em sua infância. E quem diria que ele fosse tão fanático por este seriado que soubesse absolutamente tudo sobre ele, visse e revisse cada episódio centenas de vezes e até colecionasse coisas cobre ele. Pois Monk fez tudo isso, e não tem como um fã de seriados não se identificar com ele neste primeiro episódio de sua última temporada.

É claro que os mais “normais” não ficam tão decepcionados quanto Monk ao descobrirem a verdade sobre os atores de seus seriados preferidos – apesar de algumas vezes termos raiva deles por causa de seus personagens – nem ao menos consideramos a família do seriado nossa segunda família – cof, cof – mas todo o resto é bastante real.

Elizabeth Perkins também se sai bem no papel de atriz em fim de carreira que escreve livro de fofocas e que é capaz de matar para manter algum glamour – apesar de ela não estar mais tão bonita quanto eu me lembrava dela.

Agora, ver Tony Shaloub de peruca e calça boca de sino já valia qualquer falha que o episódio tivesse, apesar de eu não ter visto nenhuma.

Monk 08x01

Monk se despediu no último mês, para tristeza minha e de muita gente, mas aqui no Brasil a oitava e última temporada estréia somente no ano que vem no Universal Channel.

Para quem é fã, o canal dá um gostinho do que será a temporada (que foi EXCELENTE) e traz um What´s On especial, com depoimentos do elenco e equipe da série que consagrou o ator Tony Shalhoub no papel do obsessivo compulsivo detetive Adrian Monk.

O último episódio de Monk foi o mais assistido de todos os tempos da TV a cabo entre as séries com uma hora de duração. O desfecho da série atraiu 9,4 milhões de espectadores.

O programa irá ao ar no próximo domingo dia 20 de Dezembro, às 20h55, com reprises  entre dias 20 e 21 de dezembro às 3h55 e no dia 21 (segunda-feira) às 15h55.

* Review de episódios exibidos nos EUA e inéditos no Brasil, spoilers a frente

Nesta semana que passou um grande seriado encontrou seu fim. Monk acabou e eu sempre sentirei saudades desse detetive e suas manias. A pedido do Paulo do Teleséries eu escrevi esse texto sobre o final. Espero que gostem.

Mr Monk And The End

Médico:

Haverá vômito, seguido de morte.

Monk:

Vômito? Existe alguma chance da morte vir antes do vômito?

A mesma piada contada milhares e milhares de vezes. A mesma piada ainda nos arranca um sorriso dos lábios.

Monk estreou há oito anos atrás e acho que a maioria das pessoas não esperava pelo sucesso que viria, pela mudança que ele traria. Monk não era uma comédia tradicional, mas também não era um seriado procedural puro.

Monk era um personagem muito bem escrito: nós criamos empatia por suas dificuldades e nos fascinamos pelo seu poder de observação. Enternecemos-nos por seu amor por Trudy e nos divertimos com suas manias – um Sherlock Holmes com TOC.

Tendo um final planejado Monk nos deixa com uma sensação de tristeza boa, de quem viu uma boa história sendo contada até o momento certo. E essa última temporada foi recheada de ótimas histórias. [More]

Seriados dos Universal Channel

Depois de fazer nossa felicidade trazendo seus excelentes seriados muito antes do que de costume, assim como suas estréias, o Universal Channel traz mais boas notícias para os viciados nos enlatados americanos: uma faixa dedicada maior do que nos anos anteriores.

Sim, você leu direito: se sofria como eu para aguentar acordada e assistir até o finalzinho de cada episódio já perto da meia-noite, agora você poderá assistir as reprises em horário muito mais interessante. Veja só:

Segundas

21h00: Reexibição do episódio anterior de The Good Wife ( a partir de 16/11)

22h00: Exibição de episódio inédito de The Good Wife (a partir de 9/11)

23h00: Novo horário para Brothers & Sisters (a partir de 2/11)

Terças

21h00: Heroes ganha nova faixa de exibição a partir de 24/11

22h00: a 20ª temporada de Law & Order estréia em 10/11

23h00: 11ª temporada de Law & Order: Special Victims Unit ( a partir de 3/11)

Quartas

23h00: Three Rivers segue em sua 1ª temporada

Quintas

23h00: a excelente 6ª temporada de House

Sextas

23h00: é a vez da 4ª temporada do subestimado Psych – quem ainda não viu precisa ver, de verdade, principalmente o pessoal que se tornou fã de The Mentalist.

A medida que a nova faixa se consolidar acredito que devemos ter mais novidades, eu não reclamaria, por exemplo, de uma reprise para Law & Order durante a semana. E ainda tem a nova temporada de Monk que ainda não teve a data de estréia anunciada.

Acredite Monk

Quem ontem ligou no Universal Channel deve ter se surpreendido: na data em que completa cinco anos no ar o canal lançou toda uma nova identidade, amparada em uma mudança visual que tem por objetivo iluminar a já conhecida paisagem urbana de suas propagandas.

Outra novidade é a campanha “A gente acredita”, que está sendo trabalhada nas mais diversas mídias: além das propagandas no próprio canal, o UC divulgou primeiro seu projeto junto a diversos blogs, lançou um hot site e está divulgando propagandas em rádio, cinema e mídia impressa.  O conceito é simples, mas bastante interessante:

Acreditar é mais que uma palavra. É uma declaração.

Uma declaração daqueles que não param tão cedo.

Acreditar é querer mais do que a média.

É criticar o normal, o pré-estabelecido. O caminho é difícil. E daí?

Aqueles que acreditam são diferentes, algumas vezes até rotulados de loucos.

De rebeldes. E realmente são tudo isso. Porque são heróis.

Monk, House, Nora Walker, Olivia Benson e Hiro Nakamura foram os personagens escolhidos para simbolizar a crença na justiça, na família, na união e muitos outros valores essenciais.

E você ainda é convidado a participar: acesse o hot site, comente no blog, brinque no jogo que permite que você se torne seu personagem favorito, baixe o cartaz com o qual você mais se identifica e assista aos vídeos da campanha – quem ontem estava ligado às 20h00 no canal já pôde experimentar um pouquinho dessa nova realidade. Aqui você pode ver o vídeo de lançamento da campanha, até agora o meu preferido:

Particularmente só não concordo com a mensagem associada ao House: ” A gente acredita na vida”. Eu acho mais adequado afirmar que o médico acredita em si mesmo, o que não deixa de ser muito importante.

Além da reportagem de capa, o caderno tv&lazer do Estadão ainda reservou mais duas páginas para falar de seriados:

O primeiro destaque vai para a estréia da sétima temporada de Monk, hoje na Universal, às 19h00. Neste primeiro episódio teremos a chegada de Hector Elizondo como novo psiquiatra de Monk. A coluna ainda fala sobre a perspectiva de que está seja a última temporada do seriado, que está em pausa nos EUA, devendo retornar com os oito episódios que fecham a temporada ainda neste ano.

Etienne Jacintho fala sobre 90210, quer dizer, fala sobre como é olhar o novo seriado e só conseguir pensar no antigo. Gostei particularmente da parte em que ela fala do fato do novo seriado ser tão tosco que acaba sendo divertido.

Notinhas do canto de página falam sobre o FX reprisar os primeiros episódios da segunda temporada de Dexter. As reprises ocorrerão nos dias 01, 08 e 15 de novembro, sempre a meia-noite. Serão dois episódios por noite, na sequência e legendados.  Oportunidade para mim, que perdi dois já; a segunda notinha fala sobre Heroes e Gossip Girl perderem um personagem cada e as apostas que estão sendo feitas na internet. A última notinha fala sobre 9mm, cujo elenco começou as filmagens da segunda parte da primeira temporada no dia 21.

O outro destaque fica para o retorno de Mothern, já na próxima quinta-feira, às 23h30. Como fã do seriado recebi super bem a notícia. A terceira temporada de Mothern traz novas histórias, agora que a criançada está maior elas podem interagir com as mães e criam mais encrenca.

Cristina Padiglione ainda destaca como o seriado cresceu em relação a sua primeira temporada em qualidade técnica, inclusive filmando em High Definition.  Também conta que o roteirista Rodrigo Castilho acompanha, quinzenalmente, reuniões com as mais variadas representates da “espécie” mãe, e, dessas reuniões, saem os temas abordados pelo seriado.

Entre os temas que serão abordados nesta terceira temporada estão a morte, ou melhor, a perda de alguém, e a transformação do namorado da mãe em padrasto. Serão 13 episódios, patrocinados pelo Bancro real e O Boticário.

 Monk

Hoje é dia de Monk voltar na Universal.

Os novos episódios da 6ª temporada serão exibidos uma hora mais cedo, a partir da 19:00hs, começando pelo especial de Natal. Ao todo, 07 novos episódios serão exibidos.

Psych, com reprises, também muda da horário, sendo exibido às 18:00hs.

Nos 04 filmes promocionais da USA Network pode, veja só (sem legendas, sorry):

[More]

Neste domingo consegui tirar o relativo atraso de minha vida e assistir a alguns dos perdidos da semana.

Comecei pegando a reprise do episódio My Favorite Mistake, de Grey’s Anatomy. Para mim, de longe, o pior episódio do seriado até hoje. Parte da culpa é a grande parte do tempo dedicada ao caso Izzie e George, que eu odiei. Odiei a Izzie frustrada porque ele não lembrava de nada, odiei a cara de bêbado do George o episódio todo. Se eu fosse o sogro dele eu ia achar que ele é viciado ou algo do tipo.

Legal mesmo só a história de Alex e Ava (o nome escolhido pela Jane Doe) e Mark deixando todos de boca aberta com seu plano imediato. Mas também é ridículo um bando de médico especialista agindo que nem criança na disputa pelo cargo.

Já o episódio de House da semana valeu por tudo. Cara, que foi aquilo?!? A cena dele tirando aquele verme foi nojenta no último, mas o episódio todo foi muito bom. Acho legal quando sai daquela historinha do quanto ele é cretino e até aonde ele pode ir por ser cretino.

O caso foi interessante, as reações da equipe, o caso Cuddy e seu encontro misterioso, Wilson continuando a ser a consciência de House, mesmo não querendo… Tudo nesse episódio funcionou muito bem. Episódio nota 10!

Law&Order teve um episódio legal onde um pai afirma ter matado um dos professores de sua filha pois ele lhe ensinava a teoria da evolução. Esse é um caso bemamericano, onde os mais fiéis acham que a evolução não deve nem ser ensinada na escola. O caso ainda esbarra na constituição dele, que fala sobre crença, sobre a pessoa poder acreditar sem provas e coisa e tal. Acho legal quando eles pegam esses casos onde a gente mesmo não sabe até onde é defensável algo. Mas no final descobrimos que tudo é muito mais simples: ele matou o cara pois acreditava que ele estaba transando com sua filha adolescente.

Law&Order: Criminal Intent teve um episódio médio. Goren, mais uma vez, conseguiu com seu jeito nada convencional descobrir o criminoso. Mas não, não foi um episódio que possa ser classificado além de médio. O crime é o assassinato de uma astronauta que estava prestes a viajar. Entre os suspeitos seu parceiro de viagem, uma colega astronauta que era apaixonada pelo cara e um outro astronauta que perdeu o lugar na missão para ela.

No final das contas, ela realmente foi morta pela colega astronauta, mas isso só porque a esposa de seu parceiro de viagem, que sabia do caso dos dois, drogou a mulher e a induziu ao crime. Muito louco.

Monk teve um episódio assim, assim. Na realidade só assisto ainda pois não passa mais nada no horário. A graça desse episódio acabou ficando com o vilão assassino. Esse médico tava demais. Totalmente sem escrúpulos. Eu já vi esse ator em outros seriados, só não lembro o nome dele, e ele trabalha muito bem.

Ah, tava quase esquecendo de Medium. Achei o episódio particularmente confuso. O crime, Joe se sentindo mal, Ariel revoltada por não poder ir ao acampamento. Nada teve um fechamento adequado. Quer dizer, o crime até teve, mas o resto. Não sei até agora como foi que Joe começou a se sentir melhor e achei a história com Ariel mal resolvida. Nunca antes eu vi Allisson simplesmente deixar para lá , que depois ela ia entender e melhorar. Well, ficou devendo.

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