Archive for the ‘ House ’ Category

Toda vez que um post começa com esse título significa que eu andei assistindo mais coisas do que consegui escrever sobre e acabei me atrapalhando um monte. Antes que tudo fique impossível de administrar eu venho aqui e coloco um monte de idéias num post só rezando para que vocês curtam.

Medium Season 5

Pela ordem: parei de falar sobre Medium justo quando o melhor da quinta temporada ia começar. Primeiro foi Jeffrey Tambor no papel de Allison graças a uma troca de corpos – e ele provou mais uma vez o quanto é bom, cada trejeito de Allison foi feito perfeitamente, podia ser um homem ali, mas você enxergava a mesma Allison que conhecia há cinco anos. No mesmo episódio ainda pudemos ver a pequena Maria vestida de vagem, o que proporcionou duas lindas cenas: a Allison de Tambor costurando e o finalzinho, com ele presenciando a apresentação já com sua verdadeira personalidade. [More]

Para quem curtiu, como eu, a estréia de House na última semana, aqui temos o What’s On especial falando sobre a filmagem no hospital psiquiátrico:

E para quem perdeu Three Rivers em sua pré-estréia hoje é dia da estréia oficial, às 23h00. Depois eu volto aqui falando do seriado, do qual gostei bastante, por enquanto vocês ficam com o clipe em que podem conhecer seus personagens:

Emmy2009-cryer e chenowet

Mais um Emmy se passou, já se vão sessenta e um, e pouca coisa mudou: com a impossibilidade de assistir tudo o que passa na televisão os “juízes” assistem apenas Às fitas enviadas pelas produções e votam também influenciados belo burburinho dos críticos.

Em mais uma edição morna, nem Neil Patrick Harris poderia salvar o programa do marasmo, poucos são os momentos que podemos destacar como bons. Os emocionantes, então, existem em menor número ainda. Eu poderia falar do vídeo em homenagem as perdas ocorridas no último ano, com acompanhamento da belíssima voz de Sarah McLahan, dos discursos de Kristin Chenoweth e Glenn Close, a primeira descontroladamente feliz, a segunda declarando que Patty Heiwes é o papel de sua vida, e o hilariante discurso de Rick Gervais.

A idéia de dividir a premiação em blocos distintos, primeiro comédia, em segundo miniséries e filmes para televisão, depois reality shows e, finalmente, as categorias de drama funcionou melhor do que eu esperava, e ainda me permitiu assistir a Amazing Race América Latina e voltar sem ter perdido nada de importante. Senti falta, na última parte, dos melhores elencos entregando o prêmio para as melhores séries de comédia e drama.

E eu tive a vã esperança de que essa pudesse ser uma premiação diferente quando vi Kristin Chenoweth ganhando como atriz coadjuvante por Pushing Daisies – se eu não gostasse tanto dela eu ia falar muito mal do vestido que ela escolheu – e Jon Cryer finalmente receber o reconhecimento por seu Alan Harper em Two And A Half Men depois de quatro indicações – ele é o verdadeiro talento do seriado. Mas deveria ter ido dormir antes do final… Ia dormir bem menos irritada.

Kristin e Jon foram as únicas novidades num conjunto de repetições: 30 Rock como melhor comédia, Mad Men como melhor drama – drama mesmo é tentar assistir a um episódio inteiro sem dormir – Glenn Close (Damages) como melhor atriz e Bryan Cranston (Breaking Bad) como melhor ator em drama e Alec Baldwin como melhor ator de comédia. [More]

Acredite Monk

Quem ontem ligou no Universal Channel deve ter se surpreendido: na data em que completa cinco anos no ar o canal lançou toda uma nova identidade, amparada em uma mudança visual que tem por objetivo iluminar a já conhecida paisagem urbana de suas propagandas.

Outra novidade é a campanha “A gente acredita”, que está sendo trabalhada nas mais diversas mídias: além das propagandas no próprio canal, o UC divulgou primeiro seu projeto junto a diversos blogs, lançou um hot site e está divulgando propagandas em rádio, cinema e mídia impressa.  O conceito é simples, mas bastante interessante:

Acreditar é mais que uma palavra. É uma declaração.

Uma declaração daqueles que não param tão cedo.

Acreditar é querer mais do que a média.

É criticar o normal, o pré-estabelecido. O caminho é difícil. E daí?

Aqueles que acreditam são diferentes, algumas vezes até rotulados de loucos.

De rebeldes. E realmente são tudo isso. Porque são heróis.

Monk, House, Nora Walker, Olivia Benson e Hiro Nakamura foram os personagens escolhidos para simbolizar a crença na justiça, na família, na união e muitos outros valores essenciais.

E você ainda é convidado a participar: acesse o hot site, comente no blog, brinque no jogo que permite que você se torne seu personagem favorito, baixe o cartaz com o qual você mais se identifica e assista aos vídeos da campanha – quem ontem estava ligado às 20h00 no canal já pôde experimentar um pouquinho dessa nova realidade. Aqui você pode ver o vídeo de lançamento da campanha, até agora o meu preferido:

Particularmente só não concordo com a mensagem associada ao House: ” A gente acredita na vida”. Eu acho mais adequado afirmar que o médico acredita em si mesmo, o que não deixa de ser muito importante.

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Eu demorei um tempo para processar o que aconteceu neste episódio. Na verdade, à medida que House ia lembrando-se das coisas que aconteceram, da maneira correta, eu ficava tentando procurar pistas de que tudo não passava de um sonho, uma alucinação. Bem, não encontrei nenhuma.

Mas o que realmente ficou para mim, entre tudo, foi House indo em direção do hospital, com Wilson olhando, apoiando. Além do fato de que isso acontecer enquanto todos comemoravam o casamento de Cameron e Chase tornou tudo muito mais triste. [More]

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Se alguma vez Hugh Laurie não mereceu um prêmio por House, Under My Skin é o seu maior momento.

Foi um episódio sólido, centrado na figura de Amber, que deixou de ser uma simples e inofensiva alucinação e assumiu uma crueldade ímpar. Naqueles momentos em que House deixa de vê-la, acreditando que o quase suicídio com uma injeção de insulina, eu me senti aliviada. Para depois entender perfeitamente o desespero do médico quando a vê cantando no bar. [More]

E só tem um inglês de quem eu gosto mais que ele: Stephen Fry.

Pois os dois atores começaram suas carreiras dividindo atenções em uma comédia de sketchs para a televisão inglesa: A Bit Of Fry And Laurie. Abaixo você pode ver um pedacinho do primeiro episódio da série (infelizmente não achei legendas):

Também comemorando o aniversário do ator a Universal disponibilizou em seu site, no blog do House, um post do jornalista Sergio Maggi, do Papo Série.

Acesse aqui e leia curiosidades sobre a carreira do ator e comentários sobre o último episódio desta temporada, que vai ao ar hoje.

Final de temporada em grande estilo e na data em que o charmoso Hugh Laurie comemora seus 50 anos. Eu não vou perder, e você?

Nesta quinta, a partir das 23h00.

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Este é um episódio interessante de House, pelo simples motivo de que ele foge um pouco do padrão, mas, ao mesmo tempo, nos entrega muita coisa que sempre foi característica do seriado. É um episódio que, com certeza, não agradará a todos, mas quem gostar vai amar.

Primeiro de tudo: Amber. Vejam só, a idéia pode até ser parecida com a dos roteiristas de Grey’s Anatomy ao colocarem Duquete de volta no hospital, mas a execução é muito diferente. E Anne Dudek deu um show. Sua interação de House, seus diálogos com o médico, em que ela ressaltava que o que fazia não passava do que ele próprio tinha em sua mente, tudo foi muito bem escrito. [More]

House Saviors S05E21

As apostas são: mais um personagem principal encara um tumor cerebral ou, ainda, o excesso de drogas de House já afetou seus neurônios. Tumor cerebral está ganhando de 02×00 até agora – em Bones e em Grey’s Anatomy. Se não fosse isso, eu diria que Saviors foi mais um grande episódio desta irregular temporada, um dos melhores, bem melhor que o anterior.

Os roteiristas fizeram bem em tirar o foco da vida pessoal dos membros da equipe de House, virando a página sobre as conseqüências do suicídio de Kutner. Outro acerto, e desse ninguém discordaria de mim, foi trazer para o primeiro plano Cameron, Chase e o relacionamento dos dois.

E, nunca é demais, Wilson, Wilson, Wilson. Literalmente sacaneando House e se deliciando com isso. [More]

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