Supernatural: Who We Are (12×22)

Sim, eu si, bate aquela frustração porque a mística dos Homens das Letras britânicos parecia legal… E depois parecia tão ameaçadora… E depois acabou assim, como mais uma briga entre os Winchesters e um bando de monstros – pior que monstros porque em nenhum momento eu consegui comprá-los como realmente ameaçadores.

Who We Are não foi um episódio ruim, não me entenda mal, mas ele foi um dos mais previsíveis – ou você vai me dizer que não sabia que Sketch ia chegar ao bunker enquanto Dean e Mary estivessem desacordados, ia brigar com Dean e então seria morto pela Mary recuperada? – e a invasão da base dos Homens das Letras por apenas 6 caçadores foi fácil demais.

Sim, eu sei, os Homens das letras pecaram pela arrogância e por isso nunca se sentiram ameaçados pelos caçadores americanos, mas eles tinham um tremendo arsenal para acabarem derrubados da forma como foram.

Ah, mas teve a cena do Dean na cabeça da Mary. Olha, eu ando de tanta má vontade com a mamão Winchester que nem consegui curtir direito a cena, só o fiz porque o Ackles, de novo, provou que é mais que um rostinho bonito e nos passou o quanto doía nele tudo que acabou acontecendo com sua família.

E, claro, a gente sempre sente o coração quentinho quando eles nos lembram que, afinal, matar monstros é o negócio da família. E, como o nome do episódio disse, eles são sim assassinos (“é quem somos”), mas não tem gente com coração maior que o deles.

Todos prontos para brigar com o titio Lú agora?

P.S. Adoro demais a Jodi, fiquei feliz por ser ela a derrubar a Mary.

P.S. do P.S. Sam já é um rapaz crescido, afinal.

 

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