Chicago Med: Monday Mourning (2×17)

Falou, valeu, é isso aí. Essa será a frase com que eu provavelmente encerrarei o texto sobre o último episódio da segunda temporada de Chicago Med porque, minha gente, não tem como continuar. Na verdade eu sou muito persistente de ainda chegar até lá depois de mais um episódio que prova que os roteiristas não fazem ideia de como um hospital funciona na vida real.

Ou que frequentam os hospitais errados: o que dizer da Goodwin chegando no meio do corredor e falando para a Natalie para a mãe do paciente a beira da morte que eles não iam dar ao menino o equipamento que a médica tinha acabado de falar que era necessário porque eles só tinham um e outra pessoa “precisava mais”?

Sério, quanto falta de noção em algo assim? Primeiro o fato de um hospital daquele tamanho e que na primeira temporada recebeu uma doação milionária do pai de Connor ter apenas um equipamento considerado crucial para salvar vidas. Segundo o fato da chefe do hospital chegar falando na frente da mãe do paciente que ele não receberia o equipamento. O mínimo que eu esperava era a Goodwin chamando a Natalia de lado, explicado a situação e as duas definindo como proceder em seguida.

E, me desculpem, o absurdo dessa cena foi tão deal breaker (a expressão em português mais próxima que achei para expor como me senti seria “foi tão broxante”) que eu simplesmente não consegui dar bola para mais nada no episódio.

A escolha do suicida ser um personagem que, até aqui, só aparecia “errado” – reclamando das coisas, fazendo brincadeira fora de hora), também não deve ter ajudado muito.

Ah, tivemos também a briga de Choi e Halstead. Outra péssima trama. A April terminando o namoro para o qual ninguém ligava. Não salvou nada mesmo.

Um Comentário em “Chicago Med: Monday Mourning (2×17)”

  1. Andréa Lima

    Acho que eles deviam criar uma série para o dr. Charles, mas com outros roteiristas.

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