NCIS e NCIS New Orleans: Pandora Box Part I e II (14×15 e 3×14)

Abby continua sendo a melhor pessoa do mundo e acho que nunca alguém traduziu tão bem a expressão: quando eu sou boa, eu sou muito boa; quando eu sou má, sou melhor ainda. Ela até teve medo de não ter sido melhor ainda e seu plano perfeito ter falhado, mas isso foi plenamente superado quando descobrimos que Earl deu um jeito de impedir o atentado na arena ao denuncia-la.

E, claro, a gente tendo cada vez mais medo de Abby dormindo (lembram do caixão?):

Abby: Este é meu pesadelo! A única coisa faltando é Vance cavalgando em um demônio com asas para me demitir! 
Torres: Bom, isso faz sentido.
Abby: Eu normalmente acordo quando o bigode dele vira uma cobra.

A primeira parte de Pandora’s Box na verdade foi isso, um episódio sobre Abby sendo uma terrorista e nos provando que é melhor mantê-la longe de projetos como esse porque ela pode dar ideias boas demais. Sobre isso e sobre descobrir quem havia usado o plano dela para realmente causa morte… E sobre um diretor bundão que colocou em risco a segurança nacional e deixou que colocassem as mãos em um livrinho preto dos mais perigosos (figuradamente falando).

(Aquele momento em que você pensa que o absurdo é justamente uma situação como essa – funcionário com acesso a documentos confidenciais usar o computador pessoal para acessar as coisas e praticamente colocar uma arma apontada para todo mundo ou o acesso a milhares de contas de internet de outras pessoas, por exemplo – ser muito provável de acontecer…)

Tanto foi sobre isso que na verdade nem deu para considerar “um crossover” isso aqui: tirando por uma rápida participação do pessoal de New Orleans pelo MTAC, o trabalho todo ficou com o pessoal de casa mesmo.

Coube a segunda parte da trama mudar isso, para a melhor: em Pandora’s Box Part II Torres e McGee desembarcam no meio do Mardi Gras de New Orleans na tentativa de recuperar o tal livrinho preto. Quem ficou grato mesmo pela visita foi Sebastian, que encontrou no McGee o seu “eu desejado para amanhã”, um nerd badass como ele mesmo disse.

A “ligação” entre os dois acabou significando para nós, fãs de longa data, vários momento doces, como McGee citando que aprendeu o golpe com “uma velha amiga do MOSSAD” ou quando ele conta que errou muito no começo e que foram duros com ele, mas que sempre estiveram ali por ele para ajudá-lo.

Mas Torres também teve seus momentos e firmou uma interessante parceria com Gregorio – a novata de NOLA que a gente nem conhecia ainda e por quem eu tenho uma lista de reservas, que vou guardar para mim até segunda ordem porque neste episódio eu até gostei da personagem.

Quem também deu as caras no episódio foi a russa Eva. Foi uma surpresa vê-la com o livrinho, mas não foi surpresa quando ela matou Victor a sangue frio. Eu realmente esperava algo assim vindo dela. Só espero de que dessa vez ela seja mantida na cadeia.

O episódio acaba com Gibbs e Pride ao telefone e eu preciso dizer: que dupla é essa, meus senhores? Olhem a imagem abaixo e me diga se não são os grisalhos mais charmoso da TV?

P.S. Maren Morris, a cantora que aparece ao fundo da cena de Gregori e Eva, cantava a música My Church, pela qual ganhou um Grammy  dias antes deste episódio ir ao ar nos EUA.

P.S. do P.S. Na coluna Destaques do Dia em que citamos o crossover erramos o episódio de NCIS New Orleans, caso você vá procurar é o 3×14.

3 Comentários em “NCIS e NCIS New Orleans: Pandora Box Part I e II (14×15 e 3×14)”

  1. Fátima Beatriz

    Grisalhos, charmosos e lindos!!

  2. Cleide

    Puro tesão esses dois …. me abana \o/

    Será que em todos os crossovers entre NCIS e NCISNO sempre teremos a Eva ??? no ano passado foi problema com a Abby na figura do irmão dela que era apaixonado pela Eva.

    Ehhhhhhhhhh ….. falha minha a numeração do episódio de NOLA.

    1. Cleide

      Ainda bem que alguém pensa direito e exibe o crossover completo, e quando o A&E exibir NOLA também irá fazer o mesmo.

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