The Blacklist: The Architect (No. 107) (4×14)

Coisas de que eu gostei no episódio: Aram no centro da trama tendo que se infiltrar no meio dos hackers e… Eita, acho que acabou. Para falar a verdade eu não consigo lembrar de metade deste episódio tamanho o interesse que ele me despertou.

Fiquei um pouco mais interessada quando li em um site americano que especulam que a pessoa por trás dos ataques a Red pode ser a senhora Kaplan e eu achei a ideia interessante. Mas não acho que seja. Ou se for eu não sei se vou gostar. Ai, aquela terrível fase em que você está totalmente sem vontade com relação a uma série de que você gosta muito.

Por isso, apesar de eu ser muito fã do Aram e gostar de vê-lo vencendo seus medos enquanto ia para o “campo de batalha” – seu protesto quando ficou claro de que ele era o agente ideal para o papel foi ótimo – eu até mesmo demorei para perceber que a moça hacker era a falsa namorada dele. Mais alguém pecou comigo?

Ele teve então a oportunidade de amadurecer em dois sentidos: primeiro porque deixou para trás a história com ela, depois quando fez uma escolha difícil que significaria a morte de alguém. Eu não imaginaria Aram fazendo isso há alguns anos.

O episódio também empurrou Tom mais um tico para fora da série e, olha, eu até estou gostando dessa parte. Não a ponto de tentar ver Redemption, mas estou gostando.

Músicas do Episódio

Mama Tried – Merle Haggard

Death Battalion – Heaven Below

2nd Chance (feat. Tony Allen)  – Cerrone

Symphony No. 3 In D Major, D. 200: II. Allegretto – Howard Shelley &Royal Philharmonic Orchestra

Barracuda – Hayley Ross

4 Comentários em “The Blacklist: The Architect (No. 107) (4×14)”

  1. Cleide

    Eu adoro o Aram …. e estou junto Si, demorei a perceber que a hacker era a ex-namorada pois pra mim ela estava bem presa, mas foi bom pro Aram pois assim ele exorcizou os demônios em relação a ela, quem me dera ter tido a mesma oportunidade.

  2. Andréa Lima

    Essa questão de estar sem vontade para séries das quais se gosta muito ou que achamos que poderiam ter mais potencial, me faz lembrar de Greys, Chicago Med, Chicago Fire e infelizmente Blacklist, está difícil de assistir.

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