The Librarians: And the Tears of a Clown (3×05)

Teve palhaço e teve Sean Astin (o eterno Sam de O Senhor dos Anéis) e Felicia Day (nossa eterna Charlie de Supernatural). E teve Eve com duas cabeças e Cassandra guinchando como um golfinho. Teve risada. E teve roteiro previsível. Mas quem liga para isso se teve todo o resto que eu falei antes, minha gente?

Se a história é previsível – rapaz que se sente rejeitado cresce e ao conseguir um poder usa isso para se vingar e para conquistar a garota de quem gostava -, os roteiristas capricharam nos diálogos. Do primeiro, com Jenkins dizendo ao menino que Eve era sua amiga e este respondendo que seu pai também tinha uma amiga mais nova (alguém devia registrar a cara do Jenkins neste momento e emoldurar) a personagem de Felicia, Charlotte, explicando que gostava muito do garoto que era seu amigo, só que ele virou um psicopata e ela não gosta mais.

E de novo Jenkins teve de salvar o dia, perceberam? O que nos leva a pensar: que acham de um episódio todinho dele investigando aonde os demais foram parar? Ele precisando resolver o mistério sem Eve? Olha que ideia boa!

Ah, achei super bobeira da Eve falar para ele ficar longe achando que o tal circo era parte da grande guerra do bem contra o mal.

Agora, o principal ponto dessa história toda é que descobrimos que novos artefatos mágicos estão sendo criados desde que a magia voltou ao mundo e que ninguém tem o registro deles… Só que o tanto de estantes vazias na biblioteca para eles significa que eles esperam ser muitos (o que significa muitas temporadas??).

Me despeço deixando aqui nossos amigos vestidos de palhaços que, ao contrário do pessoal do parque de diversões, não ficaram nem um pouquinho assustadores. Só não sei porque enfiaram a pobre da Eve naquele carrinho minúsculo!

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