3 Comentários em “Criminal Minds: Elliott’s Pond (12×06)”

  1. Nina

    Apenas acho que os roteiristas estão com pouca criatividade para os personagens saírem.
    Morgan por causa do filho. DiNozzo por causa da filha. Hotch por causa do filho. Muito repetitivo. Não acho que Prentiss deve dar uma boa líder, ótima personagem, mas não tem carisma de líder. Rossi sim. Enfim minhas opiniões não vão mudar nada.

  2. Isa Trindade

    Para mimn é irreparável e inaceitável a saída de Thomas Gibson. Ele errou, não é santo, mas creio que algo poderia ter sido feito para reparar o dano, visto que ele mesmo pareceu disposto a pedir e pediu desculpas. Afinal, Criminal Minds não é , nem de longe, a mesma após a saída do seu personagem principal. Até tentei, mas não consegui mas assistir sem ele. Só assisti até o 12×04, e tenho ouvido péssimos comentários, tipo “Prentiss não sabe chefiar”, “A história de Reid na cadeia virou novela”, “Tem gente demais na equipe”, etc. A CBS finge não perceber que nem 10 personagens a mais preencherão o vazio deixado pelo Hotch ! Atualmente , vejo as chamadas no AXN e não tenho nenhuma vontade de assistir os novos episódios, mas revejo as reprises com Hotch. Se a CBS respeitasse seus fãs, pagaria o que fosse preciso e traria de volta a equipe perfeita: Hotch, Morgan, Rossi, Prentiss, JJ , Reid e Garcia, aí certamente a série duraria mais 10 anos, porque nenhuma outra formação foi tão amada pelos fãs. Pra mim Criminal Minds só existe até 12×02 e foi renovada pela CBS , para a 13ª apenas para não admitirem o erro.#NoHotchNoWatch#

  3. Gabriela Santos

    Como eu já afirmei, aqui, eu descobri Criminal Minds agora, então, eu ainda estou tomando conhecimento de certas coisas relacionadas a esta série.

    O meu primeiro contato com o personagem Hotch foi horrível, pois a minha antipatia por ele foi imediata: eu o achei frio, indiferente, desagradável, com cara de matador de aluguel. Depois, eu me apaixonei por ele e, finalmente, eu voltei odiar o Hotch, por que eu percebi o quanto ele pecava como marido e pai. E a morte chocante, brutal e injusta da Haley consolidou em minha mente a rejeição a este personagem. Quando, numa discussão com a Haley, ele disse que a vida dele era o FBI e ser um agente do FBI era quem ele era realmente, deixando claro que a profissão dele estava acima da família, o meu fascínio por ele acabou de vez.

    Inclusive, David Rossi aconselhou-o, várias vezes, a se reunir à mulher e ao filho, no programa de proteção à testemunha, e deixar o FBI cuidar de Foyet, mas Hotch não quis; o imenso ego dele não permitiu este sacrifício pela Haley e pelo Jack. Na verdade, a morte de Haley foi um abuso dos roteiristas, que podiam injetar dinamismo e suspense na trama sem sacrificar uma personagem tão interessante e forte. Desculpem-me, mas eu não consigo ser solidária a Hotch. Eu não chorei junto com ele, eu chorei por causa do comportamento dele coma a família, eu chorei a morte da Haley.

    Pelo menos, com o afastamento do ator, Hotch tomou a decisão certa: abandonou o FBI por amor ao filho, coisa que deveria ter feito com Haley viva. Claro que, depois de Foyet ser preso pelo FBI, Hotch poderia voltar à trama. Seria uma saída sem ser uma saída. Na verdade, eu ainda torcia para Haley e Hotch ficarem juntos com uma mudança de atitude de Hotch, conciliando carreira e trabalho. Os roteiristas podiam, perfeitamente, manter Haley viva, ao lado do marido e do filho, numa situação diferente. Porém, é sempre assim: os roteiristas sempre fazem uma merda em nome do IBOPE.

    Quanto ao ator Thomas Gibson, apesar de minha antipatia por Hotch, eu reconheço que ele tem méritos, contudo sabe-se lá que tipo de pessoa ele é? A gente quer que o ator seja igual ao personagem, em relação às qualidades, mas a vida real nem sempre imita a arte. Quem é Thomas Gibson? Alguém gostaria de tomar um chute de um colega de trabalho? Eu senti vontade de largar a série coma a saída da Haley, isto, sim,, mas série de TV é sempre assim: todas elas tem o seu ocaso; é o desgaste de anos no ar.

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