Falling Skies: Space Oddity (4×11)

A principal jogada deste episódio de Falling Skies foi brincar com a nossa confiança no retorno de Lexie e, para tanto, nos deixou na mesma posição que Tom: o que ele via e sentia era o que víamos. O que também explica o fato de boa parte do episódio não ter passado de um sonho.

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E ainda bem que era sonho porque eu já estava prontinha para reclamar do fato de que tinham nos negado a oportunidade de ver Tom e Lexie destruindo a tal fonte de força. Você sacaram quando? Junto com o Tom? Eu percebi quando a Anne falou que Pope tinha ido embora: nada menos Pope e claramente que Lexie não ia querê-lo em seus sonhos.

Outro ponto: os cabelos escuros de Lexie e suas feições humanas, a tal história de que a explosão da bomba tirou todo o DNA espheni dela foi otão absurda que era impossível que tudo aquilo fosse verdade.

Era então uma menina assustada tentando se comunicar com seu pai e mostrando que achava que ele só a aceitaria se ela fosse somente humana.

Agora, o que é inegável é que eles trabalharam nossa incerteza até onde podiam. Os olhares da Lexie sempre nos deixavam com o pé atrás sobre o que ela realmente pretendia, mesmo a gente tendo visto o que Tom e os demais não viram, mesmo a gente sabendo que seu pai espheni tentou matá-la.

Ou vai me falar que você não soltou um palavrão quando ela disse “boa noite papai” e Tom parecia estar sendo sufocado?

Na soma, um episódio bastante bonito, com um finalzinho intrigante – tinha algo vazando naquela bomba? – e que deixou muita coisa para ser resolvida ao final.

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