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Quando a quinta temporada de Medium chegou ao fim deu um aperto: era Allison em uma cama de hospital e a incerteza sobre o destino da série, que era ameaçada de cancelamento por parte da NBC.
Alguns falavam muito mal da decisão dos roteiristas de terminar a temporada daquele jeito: e se a NBC cancela?
A NBC cancelou mesmo, mas a CBS, produtora do seriado, assumiu a continuidade de uma das melhores séries da atualidade. O cancelamento por parte da NBC era impossível de ser entendido ao avaliarmos o quanto a quinta temporada foi boa.
Na abertura da sexta temporada o tempo passou um pouquinho desde aquela última cena e descobrimos que, desde então, Allison não teve nenhum novo sonho, que ela não consegue utilizar uma de suas mãos e que ela e Joe estão sem emprego. [Para continuar a ler, clique aqui]

E aí, alguém notou o livro que Ryan lia quando a esposa do paciente de Andy apareceu? Isso mesmo gente: Gray’s Anatomy!! Nem liguei para a diferença de grafia, adorei a sacada!
Pois bem, Green Code foi um episódio bastante diferente de Three Rivers, em vários momentos me lembrei de ER e sua loucura quando algum grande acidente acontecia. Mesmo o clichê da troca de lugares no ônibus funcionou aqui, além de propiciar a excelente cena do pai se sentindo culpado e do rapaz se sentindo culpado, foi graças a esse momento que o pai pôde sentir pelo menos um mínimo de conforto.
Acho que este é meu episódio preferido até aqui, apesar de que, como já disse antes, o mais querido foi o piloto que não foi ao ar – ele é sensacional. Gostei muito da equipe enlouquecida tentando salvar os garotos do ônibus, com novos médicos ensinando novos truques (no caso David percebendo porque eles não conseguiam enxergar o problema do garoto), e da tensão por conta da necessidade de buscar o coração para paciente de Andy sem enxergarmos um modo.
Senti apenas falta de vermos mais de Miranda, considero a ótima personagem e a excelente atriz mal aproveitadas nos roteiros. Mas nem isso acaba com meu prazer de assistir a Three Rivers.

A notícia é fresquinha e boa: Law & Order volta a telinha do Universal em 12 de Janeiro com a estréia de sua vigésima e excelente temporada.
Com a estréia o seriado, que ia ao ar tradicionalmente as segundas-feiras, muda de dia e horário: terças-feiras, a partir das 22h00. Alívio para quem acorda cedo como eu e ficava super mal quando perdia um episódio.
Dos episódios desta temporada já exibidos nos EUA as participações especiais foram muitas, com destaque para: Chris Mulkey, Ernie Hudson e Carolyn MacCormick,

Fui fisgada e agor anão tem retorno: o terceiro episódio de Glee foi assistido na reprise na casa de meus pais no final de semana e todos adoraram, inclusive maridão e Carol.
Engraçado que eu jurava que não ia gostar de Glee – santa camiseta – e atribuo isso a dois motivos: primeiro pelas comparações com High School Musical, feitas a exaustão para evitar que quem odiasse o filme também não visse a série e que tiveram efeito inverso para mim – Sorry Guys, os dois são mais parecidos do que vocês imaginam! – e, em segundo lugar, porque nele você ainda não consegue ter idéia direito de como as histórias serão conduzidas.
Ele acabou sendo uma enorme apresentação de personagens, mas a maneira como eles interagem só nos é mostrada no segundo episódio e amadurece aqui.
Tudo bem que ter Victor Garber surgindo na tela como pai de Will foi um trunfo – adoro o ator. O personagem dele funcionou tão bem que espero, de verdade, que esta tenha sido a primeira de muitas participações, adoraria saber de suas histórias na faculdade. [Para continuar a ler, clique aqui]

Depraved Heart não é um episódio padrão de Lie To Me logo de cara: Lightman não é convidado a auxiliar em um caso, ele simplesmente tropeça em um suicídio no meio da rua, descobre que existe outro relacionado e então abraça o caso com um empenho até hoje não mostrado por ele.
Entre os momentos da investigação do caso, que desemboca em uma trama muito mais elaborada de exploração de estrangeiras por um funcionário do governo – terrível pensar que isso pode acontecer com tamanha facilidade, não é? – podemos ver Lightman assistindo a uma fita repetidas vezes. Para mim foi super claro que aquela era a mãe dele, apesar das especulações por parte de Loker e Gillian de que seria de uma paciente de seu professor.
O que me chamou a atenção na questão foi porque, até aqui, vemos a aplicação das técnicas de Lightman na resolução de crimes. Quando Lightman assiste a fita ele vê uma aplicação totalmente diferente: será que o médico de sua mãe poderia ter identificado uma mentira naquele depoimento a ponto de não liberá-la do hospital? [Para continuar a ler, clique aqui]

Eu esperava muito de House on Fire: a premissa de um assassino em série que usa incêndios como arma despertou uma expectativa não atendida; do outro lado adorei Garcia em cena como profiler, ainda mais porque ela jamais perde seu lado humano. Como Hotch bem diz no final do episódio: nós não queremos que ela mude nunca.
O que mais gosto no seriado estava lá: o estudo das pessoas e situações, tudo isso numa realidade aumentada em função de se tratar de uma pequena cidade, onde todas as vidas se interligam, como bem demonstrado pelas paredes da sala de Garcia.
Mas me decepcionei foi, em resumo, o crime do cinema. Achei que a cena soou um pouco falsa e me acostumei com o excesso de realismo que esses últimos episódios de Criminal Minds nos ofereceram. [Para continuar a ler, clique aqui]

Eu já falei mais de uma vez aqui sobre a relação que crio com meus seriados preferidos: em algum lugar estranho da minha mente, ou do meu subconsciente, eu acho que estou acompanhando a vida daquelas pessoas-personagens e que eles são meus amigos.
Por outro lado, uma brincadeira que eu e meu marido sempre fazemos é, ao ver um ator em participação especial ou em um novo seriado, ficar falando o que aconteceu com o personagem de maneira a ele ter surgido nessa nova “concepção”.
Isso funciona muito bem principalmente nas participações especiais em Law & Order e CSI – qualquer dentro das franquias – e brincamos como um médico virou assassino após ter um colapso causado pelo excesso de trabalho. [Para continuar a ler, clique aqui]

Não que eu não tenha gostado de Soul, achei um ótimo episódio no que se refere a fórmula de Cold Case que sempre vemos, mas, se ele é ótimo em relação a fórmula ele também peca no maior defeito de quando ela é aplicada: o culpado é o último de sua lista de suspeitos e é descoberto quando uma luz cai sobre os detetives durante o interrogatório do principal suspeito.
Não me entendam mal, gosto muito de Cold Case e acho terrível quando ele é criticado pelo formato que tem – a maior parte pessoal reclama que o crime é descoberto de forma mágica e que poderia ter sido descoberto anos antes, sendo que se tivesse acontecido nós nem teríamos o seriado, então nos poupem das reclamações e não assistam.
O que me deixa um pouco frustrada é quando a história tem reviravoltas demais apenas para justificar o suspeito eleito como culpado. [Para continuar a ler, clique aqui]

Às vezes eu fico pensando se não existem sinais de Shonda e sua trupe são um bando de esquizofrênicos. Pensem comigo: tem episódio em que eu sinto vontade de desistir de tudo, nunca mais ver Grey’s Anatomy outras vez. Aí vem outro e eu fico emociada e eu adoro e eu acho uma das melhores coisas que ela já escreveu. Só pode ser bipolaridade, não é não?
Eu não havia gostado do episódio duplo que abriu esta temporada, achei fraquíssimo, sem emoção, sem identidade. Mal esse começou e eu já sabia que vinha coisa boa, que tudo seria diferente.
Meredith falando sobre paranóia e todo o hospital em polvorosa pela ameaça de demissão – abrindo parênteses: eu fui auditora em uma grande empresa internacional por cinco longos anos; quando maio chegava, com ele chegava a época do corte, isso significa que, após a avaliação de gerentes e sócios eles definiam quem seria promovido em Setembro e quem perderia o emprego; por acaso o período coincidia com a fase em que mais gente ficava fazendo nada no escritório após o período de alta; pois bem, o clima retratado por Shonda neste episódio é bem próximo do estado que ficavam os novatos com a cabeça a prêmio. [Para continuar a ler, clique aqui]