
Isso que a gente pode chamar de “liberdade de adaptação”. Porque, em teoria, esse episódio se baseou na lenda do Rei Barba Azul, muito rico e poderoso e que, por isso, atraia milhares de mulheres. Na adaptação ele vira uma criatura com cabeça de bode, que come sapos raros, solta feromônios e prende mulheres no porão de sua linda pousada, tudo isso com a finalidade de se procriar.
A ideia é que tais criaturas, os ziegvolk, são mais comuns do que podemos imaginar e seriam a explicação para aquelas paixões inexplicáveis que pegam alguns amigos nossos, quando não a gente mesmo – viu, quando alguém perguntar pra você o que você viu no seu namorado/namorada é só sacar o ziegvolk!!
O episódio foi extremamente procedural, não fosse o suspeito uma criatura, e teve até direito a policial em perigo e a ajuda de Monroe no bar. A tentativa de surpresa ficou pelo seu final, com o estranho Billy jogando seu “charme” para cima da paramédica que deveria levá-lo para o hospital, dando toda a canja de que ele acabou fugindo e quem sabe volta um dia desses.
Problema principal: a investigação acabou não solucionando nada do caso da noite, já que não soubemos como a moça acaba morta na ponte, porque ele precisava matá-la e porque de bode ele virou aranha. Palpites?
Enquanto isso: na tentativa de aprofundar a estranha relação do chefe de Nick e o próprio, temos um outro ceifador aparecendo na cidade para se vingar da morte do “irmão”. O chefe de Nick solta explicações de que o primeiro, e este também, apareceu na cidade sem pedir autorização e não sei mais o quê. Eu fiquei mais confusa ainda…
















